sexta-feira, 22 de junho de 2018

Antes e depois #CineMaterna10anos

Quem não gosta de ver uma campanha de antes e depois, principalmente quando envolve filhos? Este post é daqueles que a gente admira a passagem do tempo e o crescimento dos nossos "bebês". É uma colagem de fotos de mãe e bebê no CineMaterna, junto de uma foto atual. Eis o resultado, começando por mim:

CineMaterna não-oficial, quando invadíamos cinema, fevereiro de 2008
Eu, agachada, bem no meio, de sling verde, com Max, que começou tudo
Eu e Max, no dia do lançamento do CineMaterna oficial em 2008
Eu com Eric, em 2011
Irene, Max e Eric, em 2018

Aí, pedi fotos a todas da matriz do CineMaterna que tenham ido com seus bebês:

Gláucia e Helena, em 2008
(detalhe que estou na foto, à esquerda, com Max no sling)
Gláucia com Rafael, em 2011
Gláucia, Helena e Rafael, em 2018
Isa, filha da Tatiana, em 2013
Tatiana e Luca, em 2015
Luca, Tatiana e Isa, em 2018
Marcela com Lara e sua mãe, em 2016
Lara e Marcela, em 2018
Elisa, filha da Juliana, mais velha que o CineMaterna
foi assistir a um filme infantil, em 2011
Juliana e Elisa, em 2018

Essa brincadeira vai continuar. Primeiro com nossas voluntárias, e depois, com mães (e pais) que foram ao CineMaterna nestes 10 anos. E pensar que eu só queria ir ao cinema... 

terça-feira, 5 de junho de 2018

Quase uma transportadora

Temos muita experiência em transporte. Em 10 anos, temos uma "frota" e transportamos nossas coisas das mais diversas formas. A cada lançamento (e já foram bem mais de 100) são aproximadamente 30 quilos de equipamento.

Pode ser que a gente vá de carro, onde fazemos caber tudo direitinho, mesmo que pareça impossível encaixar.

Detalhe do carrinho fechado,
que vai junto para ajudar com os itens mais pesados 


Mal se consegue respirar no carro

Chegando no destino, precisamos descarregar e levar para o cinema. Amamos shoppings com supermercado, pois sempre há carrinhos à disposição.

A partir da esquerda: Edna, Mirian e Gláucia

Por avião, agora com a nova regra tarifária nos voos, em que pagamos por volume e com limite de peso, tudo é milimetricamente calculado. 

O equilíbrio é ter menos volumes,
sem ultrapassar o peso permitido
(ainda falta arrumar essa bagagem antes de despachar)

Temos nossa própria “frota” também. 

Esse é o mais sofisticado e profissional que temos

Nossa síntese de reunir diversão e trabalho

Diversão + trabalho na versão rosa

Quando estamos sem carrinho,
nos viramos com... mala de rodinha!
Útil para aliviar o peso e facilitar a locomoção.

Por último, apresento-lhes o “Bidu” (em homenagem ao cachorro, da Turma da Mônica). Não aguenta muito peso, por isso, só leva uns pacotes de fralda e um bebê. 

Esse é o Rafael, filho da Gláucia, com pouco mais de seis meses.
Hoje, ele está com seis anos e não anda mais no Bidu.