terça-feira, 20 de setembro de 2016

Saudade de bebê

Outro dia, conversando com uma amiga que têm filhos da idade dos meus, ou seja, passadas da "fase bebê" há alguns anos, fiquei recordando do que mais amava dessa época:

- O cheiro de bebê
- As gargalhadas
- A carinha de anjo quando dorme
- O beiço pré-choro
- O toque da pele
- A sensação do peito formigando quando o leite era sugado
- Quando dormia nas posições mais estranhas (e fofas)

Meu filho Max aos dois meses, há quase nove anos...

- As pernas gorduchas se agitando de alegria
- Quando levava o pé à boca
- A "pescaria" quando lutava para não fechar os olhos
- O bafinho de leite
- As pequenas evoluções de cada dia
- Quando começou a efetivamente se comunicar, seja nos entendendo, seja balbuciando pequenas sílabas
- Os pés fofíssimos
- Segurar um pacotinho no colo (mato a vontade no CineMaterna)

(* editado: claro que depois que postei, lembrei de outras coisas que tenho saudade - mas resolvi me conter, ou não termino nunca)

Do que não sinto saudade? Nem preciso dizer, quem é mãe vai saber.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Um avião para chamar de "nossa"

Ela é nosso avião. Assim, sem erro de concordância de gênero. E não é porque trabalhou na Embraer - isso só legitimou o trocadilho. A caçula da turma, a mais nova em idade e recém-chegada na matriz do CineMaterna, Marcela Santos embarcou no momento em que percebemos que nossa demanda de informática - no site e no sistema administrativo - é tão grande, que precisamos de uma pessoa para trabalhar exclusivamente com isso.

Se é para trabalhar no CineMaterna, por que não uma desenvolvedora que seja mãe? Sabíamos que não seria fácil: este mercado é dominado por homens e ainda buscávamos uma que entendesse de C#, com experiência em ASP.NET MVC, SQL Server e AngularJS. Não entendeu nada? Nem eu. Bastava a candidata compreender.

Fui pro mercado, mais especificamente para um grupo de mães empreendedoras chamado Maternativa. Postei sobre a minha necessidade e em alguns dias, DUAS candidatas! Encontrei não apenas uma, mas duas agulhas no palheiro! Ambas foram entrevistadas pelo nosso antigo desenvolvedor, tiveram encontros pessoais comigo e Taís Viana (nós, fundadoras do CineMaterna), fizeram testes técnicos com casos práticos e concluímos estar diante de profissionais muito competentes, dentro do perfil que buscávamos. Tomamos uma decisão nada fácil, com o coração na mão por ter que abdicar de uma delas.

Marcela é mãe da Lara, que ainda não tem um ano, e rapidamente nos mostrou que não nos arrependeríamos da escolha. Claro que não! Na entrevista em que a conhecemos pessoalmente, seus olhos brilharam e sua voz embargou quando falou do CineMaterna e sua vontade de trabalhar conosco.

Foi apresentada às demais mulheres da matriz do CineMaterna em uma reunião que temos bimestralmente, normalmente virtual, mas que seria presencial por estarmos comemorando nossos oito anos. Marcela veio com "traje de vida corporativa" (camisa, calça social e salto) e até rimos disso. Ganhou um crachá pink e na próxima vez que nos virmos, estará com roupas informais - e esperamos que muito feliz. Porque nós estamos radiantes!

Marcela, à direita, conversando com a Gláucia Colebrusco
em seu primeiro encontro na matriz do CineMaterna 
Matriz do CineMaterna em um almoço coletivo

Taís e eu, fundadoras do CineMaterna, "fazendo aniversário"