quarta-feira, 20 de abril de 2016

O Começo da Vida

Neste espaço trazemos um misto de reflexões pessoais maternas com cinema e com trabalho - o CineMaterna, no caso. Não aceitamos publicidade, nem falamos de produtos - nada contra quem faça isso, considero um importante serviço ao consumidor quando são opiniões francas. Apenas não é a proposta deste espaço. Então fico à vontade para falar de um filme que ainda não assisti, mas que ouço falar há mais de um ano.

O Começo da Vida estreia em 5 maio e anteriormente se intitulava 1000 Dias. O nome inicial referia-se à primeira infância, do nascimento aos três anos, período em que os vínculos e relações a que são expostos os bebês exercem um forte impacto na formação emocional das pessoas, deixando marcas, boas ou não. Soube que o filme mudou de nome porque a partir da pesquisa para o filme, ao longo das gravações, o período mostrou-se um pouco mais longo que os mil dias. Só esta troca no título já me deixou curiosa.

Divulgação

Ontem, por acaso, conversei com Taís Viana (fundadora do CineMaterna comigo) sobre este filme e fui (re)ver o trailer. Me deparei com três: um mais focado nos bebês/crianças, outro nas mães e o terceiro, nos pais. Os trailers foram suficientes para marejar meus olhos (e minha alma de mãe).

Você deve estar lendo e se perguntando: vai passar no CineMaterna? Como com qualquer filme, não temos como garantir isso. Mas faremos o possível, prometo. 

Ao assistir aos trailers me vi rebobinando a fita dos meus filhos: como foi o começo da vida deles? Que relações tivemos, o que fizemos, que afetos estavam envolvidos? O segundo filho teve o mesmo tratamento do primogênito, as mesmas experiências, o mesmo carinho? Claro que não, sem nenhum demérito! Mas qual mãe de dois ou mais nunca se fez esta pergunta? A maternidade deixa as mulheres eternamente questionadoras de suas escolhas e atitudes. Com um filme desses na tela e os pensamentos correndo soltos, as emoções serão intensas. Sejam quais forem. 

Um comentário:

  1. Sublime. Essa é a palavra. Sou mãe de cinco. O mais novo com 2 meses (hoje) e parece que é o primeiro. Cada um tem seu jeito de vir ao mundo, de se comportar nas primeiras horas e de se impor. E eu, pareço mãe de primeira viagem com cada um.

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