terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Poses de 2015

Fazendo uma retrospectiva das imagens divertidas de 2015, que não foram poucas:

"Homa" de ferro
Birdgirls
Fofas
Sem comentários adicionais
A língua que não cabe na boca I
A língua que não cabe na boca II
Não aguento esperar para comer pipoca
Eu cresci!
Eu cresci mais!
Walk like an Egyptian
Não me leva!
A vida imita a arte
Esse é meu!
Socorro, quanta gente!
#fériasfrustradas
Mulher-placa materna
Ah, é pra escrachar na pose?
A língua que não cabe na boca III

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Já acabou?

Passou voando, em velocidade supersônica. Não sei se é porque em 2015 fizemos um evento de lançamento do CineMaterna a cada duas semanas, em média. Ou porque recebemos 45 mil adultos e quase 27 mil bebês no ano. Ou talvez porque crescemos 11% em número de sessões e 40% em público em relação a 2014.

Final de ano, estamos todas cansadas no CineMaterna, mas muito, muito felizes. Trabalhamos como nunca, ao dobro do ritmo usual. E falhamos pouco. Sim, claro que erramos em alguns momentos. Produzimos mais e com a mesma quantidade de pessoas. Criamos metodologia, nos organizamos, erramos, aprendemos e corrigimos, mantivemos a comunicação aberta e chegamos ao final do ano satisfeitas. Nosso mais profundo agradecimento à equipe de 300 voluntárias no Brasil, que fazem o CineMaterna acontecer nos cinemas.

Neste ano tão difícil econômica, política e ambientalmente, conseguimos cumprir nosso papel de acolher as mães recém-nascidas com todo o carinho que elas merecem, ampliando nossa atuação.

Minha resposta à pergunta "você imaginava que o CineMaterna tomaria conta da sua vida profissional" continua sendo a mesma: não, nem em sonho! Melhor é a realidade: trabalhamos no que acreditamos, de forma prazerosa e divertida, e somos recompensadas com agradecimentos, sorrisos e a alegria de saber que fazemos diferença.

Então, para 2016 ficamos com o desafio de seguir na mesma sintonia e crescer para além das 40 cidades em que estamos presentes. Com carinho, amor e cuidado.

Arte feita pela Carol Troque, nossa super designer!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

O tempo, inexorável

Tenho um filho, Max, que fez oito anos. Com um certo choque, pensei que daqui a oito, ele terá 16. Nesta idade eu estava fazendo intercâmbio, passando seis meses em outro país, mergulhada em outra cultura, na experiência mais rica da minha juventude.

Quando tiver 16, talvez meu filho já não queira tanto meus beijos e abraços que adoro dar. Ele terá a sua vida, viajará com seus amigos, escolherá seus programas, seus passeios, seus filmes, seus amores.

Max, moleque, com janela recém aberta

Assustou-me a velocidade. Que a fase das cólicas, dos dentes, do sono interrompido, das mamadas cansativas, das papinhas, dos pequenos machucados, tudo, tudo vai pra construção da história de um menino que um dia foi bebê e logo será adulto.

Olho para as mulheres que vêm ao CineMaterna e estão com seus bebês tão pequeninos no colo e que daqui a seis meses já se transformaram - mãe e bebê. Vejo crianças de três, quatro, cinco anos, que conheci bebês no cinema e que hoje têm irmãos. A vida sempre foi assim, ciclos que se repetem, a passagem do tempo não mudou. Mas para quem é mãe, parece que as mudanças ficam mais marcadas.

Muitas vezes me pego comentando o óbvio: "quando o conheci, você era pequenininho", ou "nossa, como você cresceu!". Pensar que logo olharei para filhos mais altos que eu e recordarei nostálgica de quando eram bebês em meu ventre.