sexta-feira, 19 de junho de 2015

Mudanças

Estamos mudando. De pink, para pink. De mãe com bebê, para mãe com bebê.

Não foi como sonhamos, dormir com uma cara e acordar com outra, de um dia para o outro, porque são muitos e muitos itens para mudar. Site, camisetas, banneres, e-mails mkt, apresentações e assim por diante. Alguns são físicos, outros, virtuais, que nem por isso, dão menos trabalho. Troca logotipo, fonte, cores, fundos, texturas, diagramações, formatos. Detalhes, muitos. Cantinhos, combinações, prazos, ajustes não previstos. Assim têm sido os dias.

Caixas com as camisetas
(e Elisa, filha da Juliana Freire, em pose de diva)
Camisetas arrumadas e quase prontas para serem despachadas
Ligia Ximenes, ruiva, com Lúcia, sua caçula loira e de crachá
(que ela mesma colocou no pescoço!)
Cora, primogênita da Ligia, originalmente loira,
mas ruiva na versão "mãe que trabalha no CineMaterna"
Camisetas estreando no Recife (PE)
Foto: Cynthia Myarka
Camisetas estreando no Rio
Foto: Boa Memória
Camisetas estreando em São Paulo
Foto: Olivia Vinci
Camisetas entrando no esquema "trabalho e diversão"
Foto: Karin Michels
Banner em teste antes de ir para os cinemas

Na última semana da "cara antiga", tivemos lançamento em Goiânia. Na mala, levei as camisetas novas pra equipe goiana, mas que ainda não seriam usadas, pois a virada se daria na semana seguinte. Ao chegar lá, surpresa! Percebi que esqueci de colocar a minha camiseta pink na mala! Tive que pegar uma das novas emprestada e assim, entrei adiantada na nova identidade visual, sem me despedir da minha camiseta antiga. Além de não gostar de despedidas, estava lou-ca pra estrear a nova. Dei um jeito, inconscientemente!

Camisetas em transição: nas pontas, as novas

Quando mandei uma mensagem na matriz do CineMaterna, anunciando a virada e parabenizando a equipe pelo trabalho, Juliana Freire, que cuida do financeiro e logística, respondeu: "Meu marido sempre fala que tem uma invejinha do ver o brilho nos meus olhos quando falo em CineMaterna". Isso traduz o clima aqui. A gente rala, mas com um sorriso sincero de quem trabalha no que ama. Com cara antiga ou nova. 

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