quinta-feira, 31 de julho de 2014

Formação de público

Pietra e Carol, com suas "filhas"
Foto: Instagram de Karina Campo

Pietra, filha da Karina Campo, que trabalha na matriz do CineMaterna, e sua amiga Carol, estavam assistindo a um filme na TV, com suas "filhas" no colo. Pietra anuncia: "olha mãe, estamos no CineMaterna!".

É o CineMaterna formando a futura geração de mães felizes. :)

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Empatia masculina

Da série "depoimentos que aquecem o coração":
Acompanhando o dia-a-dia de minha esposa, reconheço o quanto é intenso e dedicado o desafio de ser mãe e a quantas renúncias ela se voluntaria com sorriso no rosto, por amor, visando o bem-estar de nossa filha. Por mais que eu tente gerar alguns momentos de distração a ela, sei que não é eficiente, pois os pensamentos e a preocupação ficam com nossa filhinha e distanciar-se dela parece um castigo. Por isso, vejo o quão importante é esta iniciativa do CineMaterna. Minha mulher volta revigorada, minha filha fica mais tranquila e satisfeita. Obrigado aos idealizadores e voluntários, vocês fazem a vida de muita gente mais feliz.
José Ricardo Maneo, pai da Gabriela, com 3 meses. 
Enviado em 14/07/2014, de São Paulo, SP.

José Ricardo, certamente seu reconhecimento e empatia faz que sua esposa seja mais feliz também! ;)
Pai anônimo, dando um descanso para uma mãe

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Canto de trabalho de brincadeira

Nos bastidores do CineMaterna, trabalhamos em home office, ou seja, cada uma a partir de sua casa, exceto quando estamos em sessões. Mas há situações que requerem encontros presenciais. Um desses casos é o fechamento da contabilidade mensal. Este mês, fizemos a três, Juliana Freire, Taís Viana e eu. O local? Esse aqui:

Não parece, mas Juliana e Taís estão trabalhando

Mês de férias escolares, encontramos um local que nos permitiu reunir os filhos e trabalhar: um clube. Mais especificamente, a brinquedoteca do local. Como fica quase vazio durante a semana, invadimos o espaço. As crianças até passavam por lá, fazendo a costumeira algazarra - as bolinhas não me deixam mentir. Fomos bem convincentes: nossos filhos acreditaram que estávamos trabalhando e na maior parte do tempo, estavam explorando outros cantos do clube.  

terça-feira, 15 de julho de 2014

Mães invadem o cinema!

Aconteceu hoje, na Cinemark do Shopping Iguatemi Campinas (SP). Fomos para a cidade, Gláucia Colebrusco e eu, resolver um problema em outro cinema. Confesso que pensei em não ir, porque viajo amanhã cedo com a família, e ainda tinha que confirmar a programação da próxima cine-semana, fazer enquetes, escrever e-mail marketing, resolver pendências que estavam na "fila" e as que eu sabia que apareceriam ao longo do dia. E ainda tinha três malas para fazer (a minha e as dos dois filhos) e... escrever aqui no blog.

São 23h, quase tudo resolvido (faltam as enquetes), mas a história que escrevo está fresquinha. Não podia deixar de comemorar a sorte de ter ido a Campinas. A surpresa que nos aguardava: as mães campineiras resolveram ir ao CineMaterna em peso!

Manobramos mais de 80 carrinhos de bebê. Foram necessárias cinco fotos para registrar o espaço que ocuparam todos os carrinhos nos corredores do cinema.






Com as duas voluntárias, somamos quatro pinks recepcionando as 200 pessoas que foram ao CineMaterna em Campinas hoje, levando 160 bebês, o que dava mais de 360 "gentes" no cinema! Excedemos a capacidade da sala! Chamem o Corpo de Bombeiros! :)

Cynthia Pedrosa e Simone Martins, voluntárias de Campinas,
lindas na foto, terminaram a sessão descabeladas, hehehe.
Foto: Kaká Pillat

terça-feira, 8 de julho de 2014

Banheira no cinema

Relato da Mari Mercer, coordenadora do CineMaterna em Londrina (PR):

O filme era daqueles de chorar e só o fato de mulheres saírem da sala de olhos inchados e bebês no colo, já chamou a atenção. Quando a [voluntária] Vany saiu com os trocadores, uma senhora comentou:

- O que tinha nessa sala hoje? As mães com os olhos inchados, um monte de bebês, trocadores!...

Vany explica com carinho e escuto, lá de dentro: 

- Só me falta sair uma banheira agora! 

No que eu saio com a banheira na mão e um malote pink nas costas. 

- Noooossa, eu não disse???

:D
Foto meramente ilustrativa,
mas muito representativa
da cena descrita

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Embrulhado pra presente

Se eu fosse uma fada mágica, eu lhe daria um frasco de paciência, porque na minha opinião, é o que mães mais precisam. Amor, carinho, ternura, mães têm de sobra. Paciência tem uso intensivo na maternidade. Mães possuem paciência em grande quantidade, mas há situações em que parece que por mais que tenhamos, precisaríamos do dobro, do triplo, de muito mais.

Se seu bebê não dorme e você virou um zumbi ambulante, não desista. Tenha paciência que vai chegar seu dia de dormir uma noite inteira.

Você não está acreditando que sua filha de pouco mais de um ano de idade já teima em usar apenas vestidos? Pois é, isso vai longe. Paciência.

Ah, riscou a parede? De novo? Pela milionésima vez? E você já explicou repetidas vezes que não pode? É, paciência, essa fase vai passar.

Cada refeição parece que é um campo de batalhas e você tem a sensação de que perde a maioria, mesmo quando decidiu que, se não quer comer, você não vai se importar? Ah, é só ter paciência (e fé?) que um dia, esta situação vai melhorar.

Você já repetiu quinhentas mil vezes para o seu filho não acordar a irmãzinha que finalmente dormiu e ele insiste em fazer barulho? Respire e tenha paciência, que não será a última vez.

Sabe aquela reunião de amiguinhos que aconteceu na sua casa e você esqueceu de guardar a massinha de modelar? Sim, aquela, que as crianças encontraram, espalharam, pisaram e saíram andando? Paciência, já foi, resta limpar.

Tenho a impressão de que mães (e pais) precisam cada vez mais de mais paciência. Cada passo é negociado, nem sempre com argumentos muito lógicos (da nossa parte), poucas vezes bem aceitos (da parte deles).

Eric, meu caçula, quando tinha 1 ano, depois de aprontar na
gaveta de mantimentos, foi brincar com a água das cachorras.
Hoje suas travessuras e teimosia requerem muito
mais paciência que naquela época.