terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

O que fazemos, aos olhos de uma criança

Karina Campo está nos bastidores do CineMaterna há seis meses e cuida do relacionamento com os shopping centers e gerencia diferentes parcerias com mais de 20 estabelecimentos. É tão apaixonada pelo CineMaterna que mandou fazer uma caneca com a nossa "bonequinha" para cada uma de nós da matriz. 

A partir da esquerda: Ligia Ximenes (e açaí no ventre), Gláucia Colebrusco,
Tatiana Storni, Karina Campo, Taís Viana, Juliana Freire e
Izabella Iais, sentada, com Lino no colo

Tal mãe, tal... Pietra, sua filha de 8 anos fez o desenho abaixo, espontaneamente. "Encontro mãe filho" descreve perfeitamente a essência do CineMaterna, concorda?


Engraçado que tem muita gente que não compreende o que fazemos. Mas para a Pietra, é muito simples e claro. 

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

CineMaternas invadem o cartaz

Quase certo que esta capa do disco dos Beatles foi a inspiração para o cartaz do filme Muita Calma Nessa Hora 2.


Bom, nós fizemos a versão "CineMaternete" estrelando Cleia Araújo e Mara Luzzi. Encontrou nossas estrelas? 



terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

O que eu amo

Estava com saudade de fotografar no CineMaterna. Sou fotógrafa amadora, mas quase profissional na sala de cinema, em condições adversas. Posso dizer que sou "amadora-especialista", única na categoria "fotos de mães e bebês no cinema".

Fotografar é concentrar-se, mergulhar no universo retratado e buscar ângulos especiais. Na era digital, é seguida de uma etapa que é o tratamento da foto, quando se mexe no enquadramento, na iluminação, nas cores, entre outras coisas. Ou não se altera nada, a foto está "perfeita". Todo este processo me proporciona um enorme prazer. Não é apenas o ato de fotografar, mas trabalhar em imagens daquilo que criei e que é meu trabalho, uma paixão. Aquilo que respiro 24 horas por dia, a imersão na maternidade.

Olhando as fotos do lançamento do CineMaterna na Cinemark do Shopping Eldorado, fui destacando os momentos que me encantam em um evento como este.

Equipe CineMaterna reunida, sempre de bom astral!
Famílias tirando foto com o bebê no cinema
Estacionamento de carrinhos de bebê no longo corredor
Bebê, mãe e avós, felizes com sua foto de recordação
Bebês interagindo no tapete antes do filme começar 
Família tirando uma "selfie"
Bebê treinando seus primeiros passos
A sala de encher os olhos (de lágrimas)
Mãe assistindo o filme sentada no chão, na frente da primeira fileira,
 e curtindo
Pés de bebê
Pernas de mãe
Bebês sob a tela, nem aí para o filme
Pequenos carinhos
Bebê largado no colo da mãe
Mãe que amamenta e assiste ao filme
Bebê que posa para mim
Mãe que se diverte com o filme
Mãe à vontade
Pai que fica com o bebê
Mães que não se importam de assistir o filme de pé
Bebês no tapete durante o filme
Trocadores em atividade durante o filme 
Estacionamento de carrinho de bebês em meio aos cartazes de filmes
A saída com sorriso nos rostos

Ou seja, TUDO, do começo ao fim.

Mais fotos em http://bit.ly/cnm_eld.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Porque a gente faz questão da segunda, terça, quarta e assim por diante

Texto de Ligia Ximenes

Todo dia você faz tudo sempre igual? Saiba o que o CineMaterna tem a ver com isso.

Puerpério. Um tempo muito singular, que certamente dura mais do que os quarenta dias de resguardo a que se referem os mais antigos, e mesmo os quatro a seis meses de licença-maternidade a que temos direito algumas de nós, mulheres trabalhadoras.

E o que esse papo tem a ver com o CineMaterna? Nascemos quando, num grupo virtual para discutir parto humanizado e maternidade ativa, um dia, uma das mães relata as saudades de ir ao cinema depois do nascimento do primeiro filho. A turma se organiza e dez destas mulheres – com seus bebês – "invadem" uma sala de cinema, em fevereiro de 2008. O sucesso da primeira empreitada dá início a encontros semanais no cinema, seguidos de bate-papo num café, em meio à amamentação e trocas de fraldas. As mães retomam sua vida cultural e trocam experiências sobre a maternidade. Passados alguns meses, o grupo lança a primeira sessão amigável para bebês, acolhido pela rede de cinemas, que reconhece o valor da iniciativa.

De lá para cá crescemos muito. Estamos atualmente em 60 salas de cinema de 31 cidades brasileiras. Apesar disso, não nos distanciamos de nossas raízes. Dentre os compromissos do CineMaterna, que é uma empresa social sem fins lucrativos, estão o resgate social da puérpera através da cultura e o incentivo à troca de experiências entre mulheres sobre as diversas questões da maternidade, sempre com o intuito de difundir a cultura.

Por este motivo a gente não proporciona entretenimento para as crianças, mas uma oportunidade da mãe recém-parida cuidar de si mesma. O cinema é feito para ela. A programação é para ela. É ela quem escolhe. E, claro, a gente prepara os espaços para que ela possa levar e cuidar do seu bebê. 

Luxos da maternidade: 1. tomar banho; 2. vestir roupa, não pijama;
3. usar brinco de argola; 4. encarar salto alto; 5. sentar-se; 6. mastigar a comida

É a possibilidade de respirar ares diferentes, de se envolver com histórias bonitas, singelas, quem sabe até divertidas, e de conhecer gente vivendo um mesmo momento que a gente. E isso é tão, mas tão salutar, que a gente vive recebendo depoimentos lindos assim:

Depois do parto, passa pela nossa cabeça que nossa vida social acabou, mas tá aí o CineMaterna pra nos acolher!

Adorei a ideia de poder levar minha filha ao cinema. Hoje ela está com quatro meses e nesta fase os programas são bem restritos.

Fui sozinha e estava apreensiva por sair pela primeira vez com ela. O grupo de apoio te recebe e te ajuda e aos poucos você se sente segura. Sair de casa e encontrar outras mães que passam pelo mesmo momento foi uma delícia.

As sessões mensais do CineMaterna tiveram um impacto muito positivo no meu retorno à vida social após a maternidade!

Tinha muito receio de sair com minha pequena e até deixamos de fazer certas coisas, mas nos apaixonamos por tudo no CineMaterna, principalmente o atendimento!


Adorei a iniciativa, pois é muito difícil sair com bebê. A gente fica com medo de incomodar, de não ter lugar para trocar, de ser muito frio, de ser muito quente! Enfim pensamos mil vezes antes de enfrentar a maratona.

Então, sim, a gente ama fazer a diferença na vida de mulheres que estão passando por este momento tão singular. Ajudá-las a tirarem o pijama. Por isso, inclusive, a gente faz questão das sessões durante a semana. Segunda, terça, quarta, quinta… estes dias em que o resto do mundo está muito ocupado para dar conta de seus mil compromissos. Porque, sim, todas nós, moças pink, somos mães, sabemos que há vida depois da maternidade.

Como vai ser tudo a partir de agora? Creche ou babá? Trabalhar dentro ou fora de casa? De repente um sabático para dedicar-se só ao pequeno? Cada mãe escolhe o seu caminho. Mas que há vida depois da maternidade, ah, isso há :)

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Cheiro de cocô?

Marina, com Clarice
Foto: Boa Memória Fotografia
O e-mail chegou, despretensioso, pelo Fale Conosco. Veio de mansinho, com leve sotaque carioca e muita delicadeza. Comecei a ler, preparada para uma reclamação. À medida que ia passando as linhas, fui abrindo um sorriso. Você sabe, é sempre bom ouvir elogios. 

Hoje fui ao CineMaterna aqui no Rio pela terceira vez com minha filha Clarice, de 4 meses. Uma delícia!

Desta vez, aproveitando que o filme era o (belíssimo) "O Menino e o Mundo", meu irmão de 10 anos (tio da Clarice), que ainda está de férias, nos acompanhou.

Entrando na sala, quando ele viu o trocador de fraldas ao lado da tela, ficou um pouco apreensivo e me perguntou: "mas a sala vai ficar com cheiro de cocô?". Rsrs. No final da sessão, disse que adorou a experiência, e elogiou a sobrinha, que não chorou nenhuma vez.

Quero dar parabéns mais uma vez pelo projeto tão bacana!!!

Antes da Clarice nascer eu ia ao cinema no mínimo uma vez por semana, é um dos meus programas preferidos. E que bom poder fazer isso com ela!

Abraços,
Marina Nucci

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Frota pink

A mania de “perseguir" objetos pinks que ataca as CineMaternas tem uma vertente automobilística. Carros cor-de-rosa são cobiçados, mas não em qualquer tom; tem que ser forte, pink.

Versão ultra feminina
Versão esportiva

Claro que é tudo uma grande brincadeira, mas teve um dia que cruzamos com uma possibilidade real: encontramos, nas ruas de São Paulo, um Fusca, dos modernos, à venda! Resta-nos encontrar uma garagem pink! :P