quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Este é um post sensorial

Primeira instrução: pegue seu bebê e coloque-o no colo. Não importa a idade do bebê; aposto que você considera que seu filho de 10 anos ainda é um bebê. Cheire profundamente sua cabeça - a do bebê, não a sua. 

Sinta as emoções que afloram, a sensação de paz e tranquilidade que traz. Abrace e beije, o quanto quiser.

Fique assim por um tempo: abraçado a ele, cheirando sua cabeça. Feche os olhos e sinta o conforto que este ato traz. 

  
Solte o bebê quando cansar. Ou seja, nunca. 

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Trilha sonora da vida

Quantas vezes você já não se pegou lembrando de um filme ao ouvir uma determinada música? Música dá o tom de uma cena, gera uma emoção, um sentimento. Relaciona-se não apenas a filmes, mas a épocas de nossas vidas, a fatos marcantes.

Com filhos, passamos pelas músicas também. Normalmente, infantis, mas não necessariamente. 

Estava observando as músicas que comprei na internet e as últimas aquisições, são (re)descobertas em filmes. Frances Ha (Noah Baumbach, 2013, EUA), me lembrou a delícia que é a música de David Bowie, Modern Love. Assim que assisti o filme, baixei e ouvi em alto e bom som. Peguei Eric, meu caçula e comecei a dançar com ele no colo, o que deixou seu irmão, Max, com ciúmes - um raro momento em que demonstrou isso claramente.

Um dia, estava eu lavando louça, com música tocando aleatoriamente na sala. Eric chegou correndo na cozinha, me agarrou nas pernas e disse: "danchá!". Levei alguns segundos para entender: estava tocando Modern Love. :')

Agora, sempre que toca esta música, ele diz "minha música!". Sim, sua música, para sempre. 


Outras músicas em minha lista originária de filmes:
Le Vent Nous Portera, Sophie Hunger, de Os Belos Dias (foi um desafio descobrir que música maravilhosa era esta)
Space Oddity, David Bowie (ele de novo), A Vida Secreta de Walter Mitty

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Disney para adultos

Este foi o local de reuniões mais divertido do ano passado. Literalmente, a Disneylândia para adultos. Com atrativos da recepção à sala de reuniões...

Taís Viana na sala de reuniões
Mike Wazowski estava na reunião! 
Eram muitas paredes para comentar e fotografar 

... passando pelos banheiros! 

Placa indicando os banheiros
No banheiro feminino, com frente...
... e verso!
A capa de encosto de cadeira serviu
para cobrir o galão de água!
Tem como não sorrir? 

Se nós ouvimos frases do tipo "você vive no cinema e em shopping, esse é seu trabalho?", imagine o pessoal que trabalha neste escritório!

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Questões financeiras

Inaugurando a série "perguntas frequentes sobre os bastidores do CineMaterna".

Quanto o CineMaterna ganha com a bilheteria do cinema? 
Absolutamente nada.

Ué, o valor que pago de ingresso vai para quem? 
É dividido entre o exibidor (cinema) e o distribuidor do filme - como acontece em qualquer outra sessão de cinema.

Mãe comprando seu ingresso na bilheteria do cinema

E o CineMaterna se sustenta como? Ah, é só trabalho voluntário, certo? 
Não, temos muitas contas a pagar: site, webdesigner, gráfica, ingressos (de cinema, sim, nós pagamos), assessoria de imprensa, agência de comunicação visual, contador, entre outros, além de uma equipe de nove pessoas nos bastidores. Mesmo as pinks voluntárias recebem uma ajuda de custo para cobrir seus gastos de ir ao cinema.

Então quem paga tudo isso? 
Temos patrocinadores, como a Natura Mamãe e Bebê, que sustentam a estrutura administrativa do CineMaterna. Além disso, cada sessão tem seu patrocinador, normalmente o respectivo shopping center onde fica o cinema. Este patrocínio local permite que façamos promoções esporádicas e levemos o CineMaterna a mais famílias.

Lançamento com mimo do Shopping Vila Olímpia, SP;
Taís, ao fundo, com a camiseta pink e o logotipo da Natura Mamãe e Bebê.

Frequentemente nos perguntam se somos consultoras da Natura ou se vendemos os seus produtos. Não, mas ostentamos no peito, com orgulho, a marca que se identificou com a nossa causa: fortalecer o vínculo entre mãe e bebê.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Diversão e arte

Sempre que dá, tiramos algumas fotos "engraçadinhas". Vou guardando ao longo do ano para fazer este post retrospectivo das poses cômicas e dos momentos de descontração do ano.

Taís fazendo gracinha em Vila Velha, ES
Sapato fazendo pose
Formuletes pinks no lançamento do Vila Olímpia, SP
Empolgada em entrevista em rádio, em Uberlândia, MG
(deixar claro que a pose é para a foto,
que não damos entrevista assim, rs)
Em algum cinema de SP, foto de Simone Novato
Pink devorada em Higienópolis, SP
Smurfetes em Osasco, SP
Vesga no cinema 
Círculo pink
Jogo de espelho
Gláucia tímida em Vila Velha
ZZZZ em SP, foto de Simone Novato 
No lançamento Jardim Sul, SP, equipe "meiga" 1
No lançamento Jardim Sul, SP, equipe "meiga" 2
Duas ratinhas em Jundiaí (SP)
Gláucia fazendo bico
Tati e Wolverine, mon amour

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Pais & Filhos e o sentimento de mãe


Eu, cinéfila, passei 10 dias fora da cidade entre Natal e Ano Novo, sem ir ao cinema. Voltei no dia 30 de dezembro e, claro, fui ao cinema! Vi dois filmes seguidos, um deles, pela segunda vez; já tinha visto na Mostra dois meses antes.

O filme repetido era Pais & Filhos, do diretor japonês Koreeda: Ryota é um arquiteto bem-sucedido e workaholic, que pouco tempo dedica à família. Sua segurança é abalada quando descobre que seu único filho, Keita, de seis anos, não é seu filho biológico - foi trocado na maternidade por outro bebê, que foi criado pela família de um comerciante.

Se você é mãe ou pai, ao ler a sinopse, provavelmente sente um arrepio na espinha com a possibilidade de passar por uma situação dessas. Afinal, não existe nada mais profundo que amor ao filho. É possível abrir mão deste amor? Loucura pensar em rever quem é aquele que chamamos de filho, de quem conhecemos o cheiro, as reações, as preferências, as manias e as fragilidades.  

O foco, no filme, é o pai competitivo, mergulhado em sua carreira, e a mudança que passa após descobrir que seu filho, não é seu. Mas como mãe, meu olhar ficou centrado nas mulheres do filme, cuja angústia é pouco expressada em uma cultura - a japonesa - que não é boa em exprimir os sentimentos. 

Nas duas vezes em que vi o filme, ao final, queria chegar logo em casa para abraçar (muito, forte), beijar e cheirar meus filhos. Feito mãe louca, prestes a nunca mais vê-los. 

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Confraternizando o país

Adoraríamos fazer uma convenção nacional pink. Falta uma $olução que viabilize, sabe como é? Enquanto não temos a grande festa, nos "reunimos" por aqui. 

Cada equipe recebeu uma verba para fazer uma pequena confraternização no final do ano. Valia um lanche, um almoço ou jantar, um piquenique. Só mulheres ou acompanhadas de marido e/ou filhos, com ou sem camiseta pink. 

Nem todas as 200 voluntárias puderam estar presentes nos encontros e ainda faltam algumas fotos, mas vale o post para conhecer a "nossa cara" de norte a sul. São elas, mulheres, mães, pinks que estão nos cinemas e bate-papos para receber nosso público. Carinho e gentileza são pré-requisitos para o "cargo", mas nunca precisaram de "treinamento": elas são assim, especiais. 

Talvez você nunca tenha conversado com uma delas, mas já cruzou com uma pink. É possível que não tenha se aproximado, mas ela a observou, mesmo de longe, assegurando que você estivesse confortável. Sempre pronta para um dedo de prosa ou um olhar carinhoso; umas mais "conversadoras", outras mais observadoras. Em comum, a generosidade em acolher mães e mulheres em uma fase maravilhosamente desafiadora da vida. 

Charme nos detalhes
ABC paulista
Alphaville (SP)
Belém (PA)
Brasília (DF)
Campinas (SP)
Campo Grande (MS)
Florianópolis (SC)
Fortaleza (CE)
Granja Viana (SP)
Joinville (SC)
Jundiaí (SP)
Londrina (PR)
Maringá (PR)
Niterói (RJ)
Recife (PE) (foto: Três Marias)
Ribeirão Preto (SP)
Rio de Janeiro (RJ)
São José dos Campos (SP)
São Paulo I (SP)
São Paulo II (SP)