sexta-feira, 26 de julho de 2013

Não estou em férias

Julho era para ser um mês, em tese, mais tranquilo. Tivemos menos sessões no Brasil: três redes pediram suspensão de CineMaterna porque os cinemas ficam cheios no mês de férias escolares. Só que, no fim, foi mais agitado. Fui a praticamente todas as sessões de São Paulo, sendo três delas lotadas, com ingressos esgotados e muvuca. Além disso, fizemos vistoria em cinemas, transferimos trocadores e sacolões entre dois shoppings, fomos a reuniões em empresas, nos reunimos internamente para ajustes importantes.

E os e-mails? Não paravam de chegar, assim como a confirmação de novos lançamentos. A agenda de lançamentos está tomada até setembro!

Sessão no Frei Caneca, com visita ilustre:
Thalita é a "segunda geração" da Liviam no CineMaterna

Reunião externa: Taís buscando os ramais dos nossos contatos
na empresa e Emerson ligando
Viva! Gêmeos! 
Em Campinas, Gláucia e Taís
no corredor de serviço do shopping
transportando nossos equipamentos
Uma "pose" dos atores principais da bomboniére

Fiz a Isa, filha da Tati Storni,
para dormir no sling CineMaterna
(não, o sling não está à venda, rs)
Gláucia e Taís em vistoria de cinema

Quem mais sofreu com minha falta de tempo foram meus textos aqui no blog. Cheguei à conclusão que em viagens, interrompidas este mês, penso e escrevo. Como você pode ver, não escrevi, mas fotografei.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Cama CineMaterna para cães

Home office tem cenas assim: esqueci de puxar a bandeja da impressora e ela "cuspiu" as folhas no chão. Daí, veio minha cachorra e deitou no seu canto, achando muito bacana que forraram seu lugar. Cama com direito a logotipo do CineMaterna!

segunda-feira, 15 de julho de 2013

A arte de sentar no chão

Poucas pessoas imaginam o que fazemos quando vamos inspecionar um cinema. Uma das partes mais curiosas é essa:

Gláucia Colebrusco em vistoria num cinema de São Paulo 

Buscamos o melhor local para colocar os tapetes emborrachados no chão, para mães de bebês que sentam e querem "independência". Experimentamos os locais apropriados, normalmente, a área reservada aos cadeirantes: mesmo do chão, é necessário enxergar a tela inteira. É isso que a Gláucia está fazendo na foto: senta-se no chão e olha para tela. Dá para ver bem ? Então será aí.

Acha estranho sentar nesta posição, tão perto da tela? Bom, é isso ou um bebê (muito) inquieto no colo. As mães da foto abaixo não parecem estar reclamando da posição!

CineMaterna no Rio de Janeiro 

Obs: veja este post antigo, sobre as fases de uma mãe no CineMaterna.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Controlador de sessão


Você não vai acreditar no que ele está fazendo. Um teste de som e imagem da projeção no cinema através deste pequeno laptop. Um software controla todos os parâmetros das sessões do complexo da na Cinesystem do Londrina Norte Shopping. Dá para aumentar ou diminuir som, mexer na luz, soltar ou parar uma projeção digital. Ficamos tão fascinadas com o aparelho, que deu vontade de trazer um para usar em outras salas. Mas desistimos: não altera a temperatura da sala. Só por isso. :P

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Apertadinhos

Esta foi a placa indicativa de banheiro mais divertida com que já cruzamos.


Sabe quando a gente compra uma mega bebida para tomar durante a sessão e se esquece que todo aquele líquido... precisa sair em algum momento? Pois esta placa, que está na Cinesystem do Londrina Norte Shopping, leva isso em consideração!


segunda-feira, 1 de julho de 2013

Quando mudar é preciso

Mudei, apesar de achar que nunca mais mudaria. Mudei, a despeito de achar que a vida estava assentada e que não precisava mais de alterações.

Quem já mudou, sabe que dá um trabalhão. No meu caso, apesar de achar que não precisava, veio a calhar e fez bem. Foi um processo intenso, com percalços - que mudança acontece sem nenhum enrosco?

Eu morava em um apartamento que julgava ser minha residência definitiva, que foi planejado nos mínimos detalhes, com muito carinho. Gostava dele, era do jeito que queria, bem localizado, perto de tudo, bem urbano.

Daí, tive filhos. Continuo urbana, mas precisava de mais estrutura para eles. Se antes cozinha, sala e escritório eram integrados, trabalhando em casa e com dois filhos, precisei isolar as áreas de maior movimento. Fiz o contrário: me isolei para, paradoxalmente, integrar melhor minha vida.

Mudança vem com aquele ar de novidade, expectativa do futuro, planos em construção. No meu caso, o novo apartamento abriga melhor o CineMaterna, que ocupa dois cômodos - três, se contar o escritório. Ou seja, minhas vidas pessoal e profissional foram ajeitadas em novos ambientes.

A mudança foi ocasionada pelos filhos, para que pudessem ter mais espaço para brincar, mais opções de lazer. Filhos nos impõem constantes movimentos, torna o definitivo, provisório.

Eu adoro mudar. Gosto do novo, de rearranjar, de repensar a vida. Apesar disso, foi com aperto no coração e nó na garganta que fechei a porta do outro apartamento, onde meus filhos foram concebidos, nasceram e passaram a primeira infância. Cantos que deixarão saudade e ficarão como doce lembrança na memória.

Max, em meio às caixas de mudança