quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Mudança

Confesso que não gosto de filmes iranianos. Para o cinéfilo radical, isso é uma heresia. O ritmo normalmente é lento, tomadas longas, muitos silêncios. Por isso, costumo fugir dos títulos de origem iraniana.

Na Mostra Internacional de Cinema de SP passa cerca de 350 filmes de 60 países em duas semanas. Na semana passada, para minha surpresa, me peguei escolhendo um filme do Irã na programação. Tudo começou porque vi no jornal a foto de divulgação do filme Encontrando Leila.

Fonte: divulgação

A atriz que interpreta a protagonista é a mesma de um dos melhores filmes que já vi na vida, A Separação. Nem pensei direito e saí para comprar o ingresso. Com a entrada na mão, me dei conta de que havia uma mudança de postura: estava me atirando no desconhecido em um filme iraniano, algo que antes, evitaria a todo custo. Percebi, então, que ao me surpreender com um filme, mudei minha visão e preconceito. Só por isso, fico feliz de ser cinéfila.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Lagoa azul

Às vezes, tenho a impressão de que no Rio há cinemas “inusitados”. Seja porque o design é um destaque, ou, como é o caso deste, o local é especial.

Próximo lançamento CineMaterna, Cinépolis Lagoon, em 8 de novembro. Fica na Lagoa Rodrigo de Freitas, ou simplesmente, Lagoa, no Rio. Vou deixar que as imagens comprovem.

Corredor interno do cinema, em frente a algumas das salas
Cinema embaixo, arquibancada para apreciar a vista em cima
Taís fugindo do ganso que quer pipoca
Passarinho também vai ao cinema, claro
Compre uma pipoca e ganhe a vista de brinde!

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Profissão: número

Quando fazemos vistoria nos cinemas, precisamos conhecer a configuração das salas. Fotografo todas, são sempre bastante parecidas, só que, como depois tenho que saber qual é qual, usamos o truque de fotografar o número da sala antes de entrar.

Taís Viana e eu fomos a um complexo em que o número aparecia em um letreiro luminoso sobre a porta e precisava estar ligado. Como a vistoria acontece antes do cinema abrir, não tinha como ver que sala era. Solução: Taís demonstrava o número das salas!

As fotos não estão boas, porque não foram tiradas com intenção de postar, só de fazer a marcação. Mas, olhando o conjunto, ficou tão engraçado, que não pude deixar de postar aqui.







Obs: quando Taís viu a foto abaixo, chegou à conclusão que não está sendo bem sucedida na sua nova profissão. Está parecendo que a marcação é da sala 5, mas há um dedo a mais na outra mão, que não deu contraste.


quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Diário de viagem

É a primeira vez que passo cinco dias consecutivos longe dos meus filhos, a trabalho. Fiquei um pouco ansiosa antes, mas eles não notaram. Estou ótima, adoro ficar uns dias sozinha, principalmente, quando estou com vista para o mar.

Estou entre Salvador e Fortaleza. Dois "hotel-offices", ambos com vista para o lindo e verde mar.

Salvador
Fortaleza

Em Salvador, entrei em crise porque o wifi do hotel não estava funcionando. Avisei à equipe CineMaterna, porque mesmo o celular, pegava mal. Riram de mim, me mandaram - literalmente - passear. Pedi um desconto, já tinha caminhado na orla pela manhã bem cedinho.

Então, resolvi fazer aqui meu relato de turista "fajuta". Fiz o que mais gosto (além de ir ao cinema) e fotografei com o celular. Posto aqui as imagens que publiquei em meu Instagram.

Imagens de Salvador:





Esta é minha mala de viagem profissional. Devo tê-la há mais de 10 anos. É pequena, tem rodas e vai a bordo. Em viagens curtas, faço toda minha bagagem caber nela. As fitas do Bonfim são anteriores ao CineMaterna, da minha "vida profissional passada", como costumo dizer, em relação à minha carreira em recursos humanos. O aeroporto Deputado Luís Eduardo Magalhães (SSA) tem uma estrada que é das mais lindas que conheço, com um bambuzal fechado que forma um túnel verde. 



Imagens de Fortaleza:





Me desafiaram a entrar no mar. Não sei se serve como prova, mas tirei esta foto hoje de manhã. 

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

A hora de dormir

Toda mãe conhece...

O que é ficar paralisada na mesma posição (desconfortável) na cama para o bebê não acordar.

O tédio que é ficar quieta, no escuro, esperando seu bebê adormecer enquanto ele conversa, chuta, levanta o bumbum e dá risada.

A angústia de estar com seu bebê doente, que não consegue dormir.

A irritação que sentimos quando estamos no meio de uma atividade importante e o bebê acorda de sua soneca.

A felicidade imensa que sentimos quando o bebê dorme sozinho!

Como deixar de-li-ca-da-men-te o bebê na cama depois que dormiu no colo.

A alegria de saber que temos algum tempo para nós mesmas quando o bebê (finalmente) dorme.

Os segundos de suspense enquanto levantamos beeeem devagar da cama para não acordar o bebê.

A sensação profunda de cansaço que domina nosso corpo ao ouvir o bebê chorar de madrugada.

A enorme ternura que sentimos ao observar nosso bebê dormir.

Eric, meu filho caçula, que tem muita dificuldade para dormir,
inspirador deste texto

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Modelo antiassaduras

Bepantol Baby é uma das marcas patrocinadoras do CineMaterna. A gerente da marca nos solicitou fotos de um bebê usando a pomada (que é ótima, aliás). Melhor modelo que os bebês frequentadores das sessões, não há! Mas, com eles, precisaríamos de autorização para uso de imagem, então o mais perfeito para o "trabalho" foi o Rafa, filho da Gláucia Colebrusco, responsável pelas equipes de voluntárias.












Modelo perfeito (e lindo), portou-se muito bem na sessão de fotos. E eu virei fotógrafa de estúdio por meia hora. Claro, meu estúdio foi uma sala de cinema.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Mãe perfeita

Esta é a Ana Garbulho, que foi doula pós-parto no nascimento do meu primeiro filho, Max. É ele quem está em seu colo, menos de 24 horas depois do nascimento.
A doula pós-parto auxilia a mãe nos primeiros dias com um bebê recém-nascido, dá um suporte na  amamentação, observa a nova rotina e responde dúvidas. Acima de tudo, cuida da mãe no delicado período de adaptação e aprendizado em seu novo papel.
Pois bem, Ana Garbulho parecia ter o poder milagroso de acalmar qualquer bebê em seu colo, mesmo os mais "ferozes". De uma sabedoria incrível, me deu dicas preciosas, às vezes, pelo telefone. Era impressionante como ela, tão nova e ainda não sendo mãe, compreendia perfeitamente o que eu estava passando.
Ana, com Bruno

Há quase um ano, tornou-se mãe. Encontrei-me com ela há um mês, feliz em conhecer seu lindo Bruno, que tinha visto apenas por foto. A primeira coisa que ela me disse foi que não conseguia imaginar como as mulheres podiam ter vontade de ter mais de um filho. Contou como ela, pacificadora de todos os bebês, estava passando apuros com o seu, que demandava toda a sua energia e atenção. Nem a melhor das doulas pós-parto sobreviveu incólume à rotina cansativa de ser mãe.

Às vezes me pego impaciente com meus filhos e fico chateada comigo mesma. Eu, como todas as mães, gostaria de ter uma paciência infinita, ser sempre carinhosa, calma e afetiva e nunca, jamais, levantar a voz. Claro que não consigo. E tenho certeza que esta "mãe perfeita" não existe. Bastou uma rápida conversa com a Ana Garbulho para comprovar isso!

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Estamos curtindo!

Estas são nossas últimas aquisições. Acessório que será usado nas fotos feitas na entrada das sessões, um mimo para nossos patrocinadores, que permitem ao CineMaterna existir e atingir tantas famílias.


Começamos com a versão CineMaterna, testamos o material, tamanho e acabamento. E claro, o melhor de tudo, o uso com nossos melhores modelos: público e equipe. 

No último lançamento, Rio Design Barra
Com a Kivia Correia, da equipe carioca

E aí, curtiu?