domingo, 29 de janeiro de 2012

Tem gato no vidro

Com tantos títulos em cartaz e tanta propaganda, as distribuidoras de filmes precisam ser criativas para chamar atenção no cinema. Eis um adesivo de vidro diferente e divertido!


quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

A legenda, em pessoa

Durante um festival ou mostra de cinema, em uma mesma sala, num único dia, podem passar cinco filmes diferentes. Imagine a logística de coordenar 300 títulos, em mais de 2000 sessões, em 20 salas de cinemas, num período de duas semanas. Assim é a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

Nesse ritmo, claro que podem ocorrer falhas. Alguns filmes não chegam, a película fica retida na alfândega ou até mesmo tem problemas no transporte.

No ano passado aconteceu uma sequência divertida na primeira das nossas três sessões na Mostra.



Cheguei ao cinema uma hora antes, como é de praxe, para preparar a sala e receber o público. O gerente do cinema comunicou que não estava previsto ter CineMaterna e ainda acrescentou que não havia funcionário na bilheteria (o horário é diferenciado, antes do cinema abrir ao público em geral). Gelei. Na sala em que estava combinado usarmos, tinha outro filme programado, no mesmo horário. Depois de segundos de pânico, liguei para a organização da Mostra. Resolveram, nos trocaram de sala e por conta disso, a sessão seria gratuita. Fiquei radiante: ganhamos a sessão de presente!

Minha alegria durou pouco: logo descobri que que nosso filme daquele dia, falado em inglês, não tinha legendagem. Explico: a maioria dos filmes de festivais vem sem legenda. A solução utilizada é projetar sob a tela do filme uma legenda eletrônica, controlada manualmente por uma pessoa que solta as frases de acordo com a fala. Ou seja, não estava preparado nem o projetor multimídia, nem a pessoa para administrá-la.

A tela menor de baixo é para projeção da legenda eletrônica
Legenda eletrônica projetada em amarelo
Na tela acima, legenda em inglês no filme
Foto extraída de matéria da Folha de SP, 25/10/11

Era muita adrenalina para uma manhã. Estava no segundo momento de pânico quando surgiu uma mulher perguntando qual era a sala que passaria o filme X, que era o nosso. Respondi, estranhando que ela estava sem bebê. Contou indignada que estava na sala ao lado esperando por um filme e começou outro. Terminou explicando que era a pessoa da legendagem. Percebemos a trapalhada: trocamos o filme de sala e não avisamos "a legenda"!

domingo, 22 de janeiro de 2012

Cimento?

Outro dia, andando pelo cinema, vi cinco sacos amarelos empilhados que chamaram minha atenção. 


De longe, indaguei o que poderia ser aquilo. Apesar de parecer, não podia ser cimento, claro.


Eram sacos de milho para pipoca! Uau, imagine o quanto de pipoca se faz com... 


... quase 23 quilos de milho! Estava diante de uma pilha de mais de 100 quilos!

Como você pode ver, os mais diversos assuntos pipocam neste blog!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Aprendiz de crítica

O filme é bom? Ouço esta pergunta inúmeras vezes. Não sou crítica de cinema, portanto, minha opinião é baseada nos sentimentos "gostei" ou "não gostei", o que não deixa de ter validade. Mas nem sempre consigo explicar ou mesmo decifrar o que me atrai em um filme.

Li ontem na Folha de São Paulo um comentário do crítico Ricardo Calil sobre A Separação, premiado e aclamado filme:
Se o critério para avaliar a qualidade de uma obra for a variedade de interpretações que ela comporta, então não resta muita dúvida: o filme iraniano é uma obra-prima.  
Cena de A Separação
Foto: divulgação

Sabe quando uma frase explica aquilo que acontece e cai como uma luva? É isso! Sei que gosto de uma obra (livro, arte, dança, teatro) quando fico pensando nela por dias. Assisti A Separação antes de ter acesso à qualquer crítica ou informação sobre ele e saí fascinada do cinema. É o tipo de filme que vale a pena torcer para ganhar enquete no CineMaterna.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Recomeço


Chegou, Cristiny! Amanhã, 17 de janeiro, começa o CineMaterna no Rio de Janeiro, na UCI do Norte Shopping, entre outras cidades. Em São Paulo, recomeça hoje, segunda-feira, com sessão no Cine TAM, no Morumbi Shopping

CineMaterna ficou um mês em recesso, mas só das sessões. Eu e algumas pessoas dos bastidores trabalhamos para trazer novidades e deixar tudo preparado para começar 2012 com pique total. Vistoriamos salas novas, nos reunimos com redes de cinemas, visitamos agências, conhecemos potenciais patrocinadores e alinhamos nossas expectativas para o futuro. E como é nossa rotina, começamos a preparar as sessões 10 dias antes, com a montagem de enquetes e programação do site. 


Esta é a equipe que trabalhou durante o recesso. Atrás à esquerda estou eu, que negocio os filmes com os cinemas, depois vem a Juliana Almeida, que cuida do site, Camila Goytacaz, responsável pelas redes sociais e Alexandra Swerts, assessora de imprensa. À frente à direita está Taís Viana, responsável pela estratégia comercial, Gláucia Colebrusco que supervisiona as equipes de São Paulo e nordeste e por último, Tatiana Storni cuida dos eventos especiais. Faltaram na foto o Emerson Oliveira, comercial, e Bianca Balassiano, que fica no Rio e é responsável pelas equipes do centro-sul do Brasil. 

A verdade é que trabalhei tanto por esses dias, que estou precisando de recesso do recesso! Já sei, vou ao cinema! :P

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

A Separação

Na primeira cena, um casal discute diante de um juiz: ela pede o divórcio, o marido se mostra indiferente. O motivo é que ela quer sair do Irã e ele não, pois quer ficar próximo do pai, que está com Alzheimer. Além disso, o marido não quer deixar a esposa levar a filha de 11 anos.

Estamos diante do primeiro dos inúmeros dilemas que aparecem na trama.

Após se divorciar da esposa Simin (Leila Hatami), Nader (Peyman Moaadi) é obrigado a contratar uma jovem para tomar conta de seu pai idoso que sofre de Alzheimer em estágio avançado. Porém a diarista está grávida, e trabalhando sem o consentimento de seu marido, condições que junto a um terrível incidente, levará as duas famílias a um julgamento de cunho moral e religioso.

O filme é A Separação (Jodaeiye Nader az Simin, Irã), que estreia nos cinemas daqui a 10 dias, vencedor dos prêmios de melhor filme, melhor ator e melhor atriz no Festival de Berlim. Ao assisti-lo, lembrei de Procurando Elly, que já comentei aqui. Não foi à toa, ambos foram escritos e dirigidos por Asghar Farhadi. Seus filmes são diferentes do habitual de cinema iraniano, conhecido pelo ritmo "contemplativo". De narrativa ágil e olhar tenso sobre os personagens, nos faz refletir sobre escolhas, as motivações por trás de cada atitude, as verdades e mentiras cotidianas e suas consequências. Assisti pensando no nosso comportamento supostamente maduro diante dos filhos.

A projeção acabou e o público não se mexia. Todo mundo olhando para a tela, vendo os créditos subirem em alfabeto persa (ايران Irã), tentando se recompor após este belíssimo filme.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Automobilismo rosa

Essa série foi garimpada pela Gláucia Colebrusco, caçadora de itens rosa nas horas vagas! 

Fonte: site TodaEla

Uno, para começar!
New Beetle, série Barbie
Interior do New Beetle
New Beetle conversível
Interior do New Beetle conversível:
para quem gosta mesmo de chamar a atenção!
Cinquecento! 
Nem o painel foi esquecido. 
Bancos de couro? Para quê?

Item de série da linha CineMaterna: bebê-conforto no banco de trás, com um "acalmador" de choro. Já que é para sonhar, que seja por completo!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Registro do crescimento

Ter fotógrafos nas sessões CineMaterna nos trouxe o privilégio de registrar o crescimento dos bebês. Sempre quis mostrar o "antes e depois" de alguns deles, mas nunca consegui, pois não vou a todas as sessões, nem fotografo o público assiduamente.

No final do ano, Karin Michels, uma das primeiras fotógrafas que passou a acompanhar as sessões, me entregou DVD's com cópia de todas as suas imagens feitas ao longo do ano. Finalmente consegui fazer minha desejada retrospectiva!

A primeira foto de cada família é de fevereiro e a segunda, nove meses depois, em novembro. Todos sabemos o quanto os bebês crescem, mas ver assim, de uma vez, é emocionante. Essa turma foi das mais assíduas em São Paulo em 2011, mães e bebês cinéfilos, que faça chuva ou faça sol, estavam lá. O carinho com que fiz este post é proporcional ao que recebi dessas mães (e avó), ou seja, imenso!

Fotos: Karin Michels

Ruth De La Fuente e Iago

Melissa Patricio e Alice

Suzana Schreiber e Marcela

Verônica Lassen e Eduarda
Foto: Cacau Querino
Fátima Costa (avó), com Teo e Ligia
Fátima e Leila (mãe), com os gêmeos
Izabella Iais e Alice

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Registro do olhar

Em 2011 começamos uma experiência: fazer uma parceria com fotógrafos que quisessem registrar imagens do nosso público no cinema e, desta forma, divulgar seu trabalho. Iniciamos em Florianópolis, expandimos para São Paulo e de repente, estavamos com fotógrafos em várias cidades.

Que mãe não gosta de tirar foto com seu filho? A ideia deu muito, muito certo. Já que estamos em época de retrospectiva, é ótimo rever os "melhores momentos".

Pedi aos fotógrafos que enviassem as três fotos que mais gostaram. Destas, escolhi uma de cada profissional e postei aqui. São todas tão lindas que as demais, coloquei num álbum virtual, dá uma olhada! Caso queira conhecer melhor o trabalho dos fotógrafos, clique no nome deles na legenda.

Conheça o CineMaterna pelo olhar de 23 fotógrafos.

Aline Salvador, Recife
Bia Backer, Rio de Janeiro
Biografia FotoStudio, Santos
Cacau Querino, São Paulo
Cláudio Machado, Rio de Janeiro
Cristina Marques, Porto Alegre
Débora Fontes, Belo Horizonte
Emi Hoshi, Curitiba
Giles Camargo, Porto Alegre
Jana Arruda, Fortaleza
Janaina Benasayag, São Paulo
Jenifer Reichel, Curitiba
Jéssica Alves, Maringá
Karin Michels, São Paulo
Laudiane Lira, São Paulo
Minilab, Salvador
Munique Castilheiro, Santo André
Silvia Martins, Campinas 
Simone Novato, Santo André
Tainan Basile, São Paulo
Thompson e Eliane, Rio de Janeiro
Vanessa Atalla, São Paulo
Vivi e Luiz, Brasília