quarta-feira, 6 de junho de 2012

I feel good!

Hasta La Vista (Hasta La Vista!, Bélgica, 2011). Três jovens de vinte anos amam beber vinho e paquerar as mulheres, mas ainda são virgens. Sob o pretexto de conhecer as vinícolas espanholas, embarcam em uma viagem com um objetivo definido: perder a virgindade. E nada os impedirá, nem mesmo suas deficiências físicas: um deles é cego, o outro está confinado a uma cadeira de rodas e o terceiro é paraplégico.

A Delicadeza do Amor (La délicatesse, França, 2011). Nathalie tem o casamento perfeito e uma vida maravilhosa. Mas quando seu marido morre num acidente, seu mundo vira de ponta-cabeça. Nos anos seguintes, ela foca em seu trabalho, deixando seus sentimentos de lado. Então, de repente, sem nem mesmo entender o porquê, ela beija o homem mais inesperado – seu colega de trabalho, Markus. Esta é uma história de renascimento, mas é também um conto sobre a singularidade do amor.

O que estes dois filmes têm em comum? O fato de você sair do cinema sentindo-se bem depois de assisti-los. São os chamados "feel good movies".

Apesar do título em espanhol, Hasta La Vista é um filme belga e não tem nada de trágico, a despeito da situação física dos protagonistas. O filme é belíssimo, uma jornada que descortina as necessidades, emoções e cotidiano de três amigos mais do que especiais.

Já Audrey Tatou, a protagonista de A Delicadeza do Amor, é a eterna Amélie Poulain. Ouvi algumas pessoas criticando-a porque praticamente representa o mesmo papel. Realmente, lembra muito a personagem que a tornou conhecida. Não vejo mal em gostar da Amélie. Assim como não há melhor final feliz do assistir a um filme sem nenhuma pretensão e sair do cinema sentindo-se bem.

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