sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Foi ao cinema e quase pariu

Um lançamento é trabalho para muita gente. Dois lançamentos é trabalho para muito mais!

Tivemos dois lançamentos esta semana. Um na segunda-feira, outro na terça-feira, repletos de emoção: ansiedade antes, alegria e comoção durante, sensação boa e recompensadora depois. Tantas sensações merecem dois posts separados.

Este será dedicado ao lançamento do CineMaterna na Cinépolis do Mais Shopping Largo 13. Fizemos parceria com o Programa Einstein na Comunidade Paraisópolis e com a Casa Ângela, sobre a qual já comentei aqui no blog. Convidamos famílias que têm dificuldade de acesso à cultura. Só a primeira entidade levou mais de 50 mães! Foram cinco micro-ônibus trazendo mães, bebês, pais, irmãos e avós.

Alexandra indicando o caminho
Comissão CineMaterna, pronta para receber o público
O shopping parou para ver tamanha concentração de bebês...
indo ao cinema (?)!
Chegaram, chegaram!

A equipe do cinema esteve bastante mobilizada com a sessão. Todos ajudaram a distribuir pipoca e bebida, cortesia da Cinépolis. A enfermeira, coordenadora do Programa Einstein, ficou profundamente comovida quando lhe contei que era oferecimento do cinema. Eu também fiquei, quando recebi e-mail nos informando disso.

Já que o bebê ainda está barriga,
trouxe a boneca!
Esperando o filme começar
Nossas garotas-propaganda, no jornal do shopping, anunciando a sessão

Por vários momentos, senti ondas de emoção e os olhos marejados. Continha as lágrimas e seguia correndo para que todos os detalhes funcionassem bem. Quando as luzes baixaram, começou a magia do cinema! O filme? O Homem do Futuro, com Wagner Moura e Alinne Moraes.








Sabe quantas pessoas foram? 200! Olha só o "contador de gente", separando adultos e bebês:

Taís "tatuou" no pulso qual mão contava os bebês para não se perder

Havia algumas grávidas na sessão, vindo por meio da Casa Ângela, onde fazem o acompanhamento pré-natal. Ingrid, gravidíssima e barrigudíssima de Enzo, andava pelos corredores durante o filme, pois estava sentindo contrações. E não é que a bolsa estourou ao final do filme? (Vou confessar: sempre quis que isso acontecesse comigo!) Cercada de enfermeiras, Ingrid não podia estar mais bem assessorada. Aliás, ela era a pessoa mais calma nesse momento. (O bebê ainda demorou dias para nascer, derrubando o mito de que bolsa estourada requer o corre-corre que vemos em filmes. Logo estarão no cinema conosco!)

Veja mais fotos desta sessão aqui.

Daqui a um mês tem mais! As sessões serão mensais, as ONGs receberão ingressos para que as mães possam ir com seus bebês ao cinema. Nossos mais sinceros agradecimentos aos que nos ajudaram a realizar este sonho: as ONGs parceiras, a Cinépolis e nossas coordenadoras voluntárias. Para nós, foi inesquecível.





quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Promoção O que rima com Palavra Cantada?

Música? Filme? Bebê? Palavra Cantada? Será que rima? Monte uma rima com a tag #palavracantada no twitter e ganhe ingressos e kit exclusivo

Em parceria com a Cinemark, o CineMaterna começa hoje a promoção Rima com #palavracantada no twitter, participe!

- A promoção será feita pelo twitter, começando às 15h do dia 28 de setembro e terminando às 22h do dia 3 de outubro de 2011.

- Os usuários devem twittar uma frase com a tag #palavracantada, montando uma rima. As cinco melhores rimas são premiadas.

- O comitê julgador formado pela Cinemark vai escolher as melhores 5 rimas.

- Os prêmios são 5 pares de ingressos para Palavra Cantada O Filme nas salas Cinemark de todo o Brasil, exceto: salas 3D, XD, Iguatemi São Paulo e Prime Cidade Jardim São Paulo e exceto na sessão de estreia no Cinemark Market Place em 29/09/2011.

- Os dois melhores vencedores da promoção, além do par de ingressos, também ganharão um kit com a coletânea do Filme Palavra Cantada, que serão enviados ao endereço do ganhador.

- Os ingressos são válidos até 31/12/2011

domingo, 25 de setembro de 2011

Desacompanhada

Foto: Guga Ferri
Eric, meu filho caçula, está com 11 meses. Surpreendo-me com sua agilidade, já brinca de carrinho, engatinha atrás de bola, sobe e desce escada de qualquer tipo e tamanho. Não anda ainda, mas engatinha muito serelepe, com seu jeito peculiar.

Viajou comigo a trabalho várias vezes, desde antes de completar um mês. Deu chilique em alguns voos, mas de uma forma geral, formamos uma boa dupla. Trabalhar com um bebê pequenino a tiracolo é fácil; difícil fica quando cresce e quer engatinhar, explorar. Além disso, fica mais pesado carregá-lo. Não levo carrinho de bebê em viagem porque dificulta minha locomoção e perco mobilidade.

Semana passada fiz minha primeira viagem profissional sem a sua companhia. Dois dias fora, primeira vez que dormimos um sem o outro. Estranhei fazer apenas uma mala, pegar táxi sem bebê a tiracolo, pisar em aeroporto sem seus olhos arregalados me acompanhando. Foi esquisito e paradoxal: libertador e ao mesmo tempo, nostálgico.

Dormi uma noite sem intervalos, meus peitos encheram de leite e doeram bastante. Sobrevivemos: ele sem mim, eu sem ele. Demos um passo, escrevemos mais uma crônica da nossa história.

Assim foi minha despedida de uma fase que se foi para sempre, uma das muitas que passamos com nossos filhos.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Papo em pink

Você já deve ter percebido que temos atração por objetos pink. Virou fixação, passatempo, não só nosso, como das pessoas que nos acompanham.

Ontem à noite recebi esta imagem da Bruna Betoli, assídua frequentadora das sessões:



Ao sair do estacionamento do shopping após a sessão CineMaterna, viu o carro, fotografou e me enviou! O melhor adjetivo que encontro para o carro é "fofo". Não é?

Agora há pouco, recebi outra imagem, enviada pela fotógrafa paulista Karin Michels:

Extraído de http://casadachris.uol.com.br/blog/?id=1649

Esta máquina só pode ser usada para escrever romances beeeeem açucarados. Não combina, de jeito nenhum, com livros técnicos de engenharia - ou física quântica.

E já que estamos falando na língua do rosa, juntei com uma foto que eu achei, tirada de um site:



Linda, né? Queremos uma dessa! Para transitar por algumas cidades engarrafadas seria fundamental! Se você visse pelo retrovisor uma motinha dessas chegando, não daria passagem?

É um passatempo: colecionar imagens de objetos pink. E ter histórias para contar com cada uma.



domingo, 18 de setembro de 2011

Toda mãe é VIP

Já pensou em assistir um filme com o seu bebê no colo, em uma poltrona assim?

Se seu bebê não dorme à noite, o risco é que você durma durante o filme!

Bom, em São Paulo, em breve ser tornará uma poltrona CineMaterna. Lançaremos em 27 de setembro as sessões VIP no Shopping Iguatemi Alphaville. Tudo começou porque a Cinépolis, rede de cinemas desse shopping, nos chamou para uma conversa e propôs usarmos esta sala. Fomos lá fazer vistoria no cinema, e eis a primeira vista da sala:

Entra-se na sala pelo fundo

Impressionante? Pois olhe só:

Mesa auxiliar e lâmpada particular: não precisaremos deixar luzes acesas!

Sim, tem "serviço de bordo"

Claro que não perdemos tempo em fazer gracinha:
o duro foi sair da poltrona e trabalhar

Bilheteria

Lounge

Café

Trocador nos banheiros

Depois de muita insistência, a reunião com a Cinépolis aconteceu em uma sexta-feira, finzinho de tarde, em uma região de negócios muito movimentada de São Paulo. Eu digo insistência porque não se marca reunião neste horário, nesta região, neste dia da semana. Como estávamos ilhadas pelo trânsito, fomos, Alexandra, Taís e eu, tomar um café e conversar. Eis que surge uma ideia: lançar as sessões VIP junto com as sociais (para mães desassistidas no acesso à cultura)! Nada mais justo para abranger todas as mães! Peguei o celular, liguei novamente para nosso contato e fiz a proposta. Mais algumas conversas e em semanas fechamos a negociação.

Lançamento duplo CineMaterna:
Segunda, 26/09, lançamento das sessões no Mais Shopping Largo 13
Terça, 27/09, lançamento das sessões no Iguatemi Alphaville

Hoje é domingo, estou trabalhando porque temos esses dois lançamentos (e mais dois fora de SP), um site que está em fase de ajustes, Tatiana em férias e Gláucia em licença-maternidade. Feliz por poder alcançar um número cada vez maior de maes com a magia do cinema e da maternidade.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Na madrugada

Outro dia estávamos brincando e pensando sobre sessões malucas CineMaterna. O premiado foi a que chamamos de Sessão Colicão:

Se o bebê não quer dormir porque está com cólicas, venha juntar-se a outros pais passando pelo mesmo apuro! Nesta sessão temos três filmes seguidos, entre meia-noite e seis da manhã, terminando com um café da manhã no cinema, onde pais e mães vão conferir quem está com a maior olheira! 

Tem até foto hipotética da sessão!


Está todo mundo de óculos porque desta forma, ninguém percebe se você dormir!

domingo, 11 de setembro de 2011

Navegar é preciso

Nossa forma de comunicação com o público é através do site. Sempre foi assim, desde quando CineMaterna começou. Por uma questão econômica, não temos sede física nem telefone. Por isso, temos que ter um excelente site: dinâmico, rápido e sobretudo, ágil na comunicação.

Nosso site começou em plataforma de blog, era simples, mas funcional. Aí fomos crescendo e foi ficando difícil de lidar com a complexidade que as novas cidades trouxeram. Mudamos o site para algo profissional e pela primeira vez compreendi que o nosso é bastante complexo em função das atualizações semanais, fora a necessidade de fazer enquetes e gerenciar e-mails marketing para um cadastro enorme.

Site lançado no início de 2010

Percebemos que ainda faltava interatividade: do público entre si. Foi quando as redes sociais começaram a ficar em evidência. Percebendo isso, Taís foi mergulhar no assunto, entender como isso funcionava. Logo isso tomou tamanha proporção que hoje, está conosco a Camila, dedicada às redes sociais. Ela brinca que recebe para passar o dia no Facebook e no Twitter.

Projeto realizado com o apoio do
Governo do Estado de São Paulo,
Secretaria de Estado da Cultura -
Programa de Ação Cultural - 2010
Em dezembro do ano passado ganhamos um edital do ProAc, Programa de Ação Cultural da Secretaria da Cultura de SP, cujo prêmio deveria ser utilizado no aprimoramento de nosso site. O projeto começou em dezembro e nasceu nove meses depois, gestação completa!

Nasceu na sexta à noite, 09/09

Um agradecimento especial à Ana, Ricardo e equipe da Kindle, nossa agência de webdesign, que trabalharam duro no parto deste bebê recém-nascido!

Este site é a nossa nova casa e nos une ao nosso estimado público. Nele, as redes sociais estão mais destacadas, assim como este blog, um diário de bordo desta viagem maravilhosa que é juntar mães e bebês na saga da maternidade. Navegue por estes mares e aventure-se conosco!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Míni mãe e cinéfila

Fernanda, nossa coordenadora geral de Brasília, sempre nos conta os "causos" das sessões na Capital Federal. Esta veio ilustrada por imagens lindas. 

Liriane e sua pequena Ana Lara são frequentadoras do CineMaterna desde o início do projeto em Brasília, quando a pequena tinha quase seus 18 meses. O fato é, que mesmo superando a idade limite do CineMaterna, sempre que a censura permite, as duas estão nas sessões.

Ana Lara com sua "filha"
Foto: Vivi Manzur

Ana Lara está com 3 aninhos recém completados e veio à sessão com sua boneca, pois segundo ela mesma, CineMaterna é lugar de bebê! E como todas as outras mães, Aninha deixa seu carrinho estacionado junto com os demais carrinhos de bebê. Realmente, não há mais dúvida: nossos bebês têm um grande futuro no cinema!

Foto: Vivi Manzur

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

A redenção

O corpo da mulher foi feito para parir. Pariu ao longo dos séculos, nas situações mais adversas. Claro, havia complicações, que na ausência da tecnologia existente hoje, resultava em óbito, do bebê, da mãe ou de ambos.

A tecnologia chegou e não é novidade que atualmente o Brasil é um dos campeões de taxa de cesáreas. Não vou aprofundar aqui os motivos, nem estou defendendo uma ou outra forma de parto. Quero apenas contar um pouco da história da Gláucia, que teve sua primeira filha por uma cesárea que questiona. 

Muitas mulheres sentem-se frustradas por não terem conseguido parir. E Gláucia era uma delas. Pois é, ERA. Um pouco dos seus últimos dias de barriga do Rafael: 

Domingo da semana passada à noite, Alexandra, Camila, Gláucia e eu marcamos de jantar e nos despedirmos da barriga. Eis que a Gláucia não vai porque começou a sentir um incômodo, umas cólicas. Fica na expectativa de entrar em trabalho de parto. 

Segunda de manhã, acorda frustrada porque as cólicas pararam. Envia-nos um e-mail falando que não vai conseguir parir. Explicamos que ela está em pródromos (“falso trabalho de parto”), que é assim mesmo, o corpo está dando os primeiros sinais, mas que ainda pode levar um tempo.

Segunda à tarde, combinamos de trabalhar na casa dela, pois quero ver se a tranquilizo. Quando estou saindo de casa ela me diz que vai dormir um pouco. Como quero que descanse, não falo nada, mas já que estou na rua, sigo em frente, entro na casa dela quietinha (sua ajudante me deixa entrar) e fico trabalhando no escritório. Dali a um tempo, recebo um torpedo: "acordei". Grito do escritório: "estou aqui" e quase a mato de susto.

Às 22h deste mesmo dia, envia um torpedo e diz que as cólicas voltaram, que está com vontade de comer doce. Seu marido está colocando Helena, sua filha mais velha, para dormir. Moro perto, por isso, digo que levarei um pedaço de bolo e ela diz que não precisa, é claro. Enquanto ela fica dizendo que não precisa, chego na casa dela com um pedaço de bolo e sorvete, que logo viram uma foto linda:



Terça de manhã, piadista, ela me envia um torpedo perguntando: "você está aqui em casa?", referindo-se ao dia anterior. À tarde vai à consulta e é liberada pelo obstetra para tocar sua vida normalmente. Completa 40 semanas de gestação. À noite, brincamos pelo torpedo e envio para ela um trabalho de parto em ícones:



Na quarta, de volta ao batente, passamos o dia trabalhando fora de São Paulo. Falei para ela pegar o telefone da concessionária da estrada para ligarmos, casa ela entrasse em trabalho de parto. E ainda brincamos que o parto sairia de graça. 

Quinta trabalhou na sessão normalmente e na sexta, bateu de novo o desespero. Foi um chororô dizendo que não entraria em trabalho de parto, que seu corpo não sabia parir. E lá estávamos nós ajudando-a a compreender que ela era uma mulher tão comum e ordinária, que sim, ela iria parir. 

Sábado trabalhamos na sessão e almoçamos longamente. Rimos muito, brincamos, relaxamos. Parece que sabíamos que era a despedida da barriga. 

No domingo (ontem) à noite começou a sentir contrações e dor de verdade. Eu capotei cedo e não acompanhei, mas a Alexandra ficou de pseudo-doula. Desligaram-se à uma da manhã. 

Hoje, às 5h53 enviou um torpedo: "na maternidade com 7 cm". Alexandra, Camila e eu passamos a manhã em polvorosa.

Rafael nasceu às 14h30, com 4 kg (!), de um parto normal redentor. Claro que não aguentamos e fomos vê-la e conhecer Rafael, lindo, bochechudo e rosado.

Rafael no colo de sua irmã, Helena

Gláucia, acho que nem precisamos lhe parabenizar. É muito bom ver uma mulher realizada e empoderada de sua força feminina.

Rafael, bem vindo à turma! Acostume-se: provavelmente você vai usar sua carteira de cinéfilo muito mais que sua certidão de nascimento.

domingo, 4 de setembro de 2011

Culpa visceral

Domingo passado, Alexandra, Camila, Gláucia e eu marcamos de jantar somente as mulheres, sem crianças e maridos, para nos despedir da barriga da Gláu - a barriga ainda está aí, Rafael está com preguiça.

Na quarta, Alexandra, Gláucia e eu fomos a uma cidade próxima de São Paulo fazer vistoria em cinema e entrevistar mulheres para a equipe. Trabalho de um dia inteiro, terminou pouco depois das 18h. Já prevendo o horário de término, combinamos de jantar calmamente e só sair quando passasse o congestionamento.

João, com Max (em pé) e Eric
No jantar, Alexandra comemorou que era a segunda vez na semana em que estávamos fazendo uma refeição tranquila, regada a um bom bate-papo. Comentei que ao sair pela manhã e avisar meu marido, João, que as crianças ficariam com ele à noite - o que já tinha acontecido no domingo - senti culpa por achar que estava abusando.

Culpa: substantivo feminino (dicionário Houaiss)
1    responsabilidade por dano, mal, desastre causado a outrem 
2    falta, delito, crime

Estava deixando as crianças com ele por algumas horas pela segunda vez em (muito) menos de uma semana! Um crime, não acha? 

Por sorte, tive a sanidade mental de perceber o ridículo da situação: eu fico com as crianças sozinha no mínimo três vezes por semana, todas as semanas, porque o João chega tarde do trabalho. E às vezes, nem é trabalho: na terça ele tinha ido jantar com colegas. 

No meu caso, tenho um marido muito parceiro, trocador de fralda, banhador, alimentador e trocador de criança, incansável contador de histórias, cuidador para qualquer hora. Não reclama jamais quando peço que fique com as crianças. Claro que ele faz suas trapalhadas: coloca roupa que não combina, vez ou outra esquece de alimentar ou oferecer água, já fez uma mala faltando o essencial. Mas tenho certeza que se as crianças vivessem apenas com ele, sobreviveriam - e muito bem criadas. 

Então por que o peso na consciência, qual o motivo de tamanha culpa em efetivamente dividir a responsabilidade? Às vezes acho que brinco de dividir: ele troca algumas fraldas, dá alguns banhos, alimenta de vez em quando, mas na hora de EU ter os meus momentos, abro mão com a desculpa (esfarrapada) de não sobrecarregá-lo. Que herança ancestral será essa? 

Depois que fui mãe, percebi que relaxei em algumas características minhas: organização, pontualidade e limpeza não têm mais o mesmo padrão rígido que tinham antes. Bagunça faz parte, atrasos acontecem e tem sujeira, mancha ou migalha aqui e ali. Ter a vida invadida por mais vida tem estas e outras consequências: o amor é infinito, o cordão umbilical não se rompe. Entendi (pelas entranhas) o sentido da palavra visceral. 

É isso: acho que culpa faz parte do íntimo de uma mãe. E como tudo que está enroscado em nossas profundezas, é difícil de lidar e explicar. Afinal, qual mãe é explicável? 

João equilibrando dois filhos


quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Brasília e Recife entraram também na promoção Bebê que Vai ao Cinema fica Bem na Foto!

Boa notícia para as mães de Brasília e Recife! As duas cidades acabam de entrar na promoção Bebê Que Vai ao Cinema Fica Bem na Foto! Começa hoje, 6 de setembro. É bem fácil participar, basta ir à sessão, retirar seu número com a fotógrafa e pronto, ao final do mês, será feito o sorteio numérico de um ensaio fotográfico para seu bebê. Cada bebê na sessão ganha um número. Gêmeos ganham dois :)
Participem!
Em Brasília, a fotógrafa Vivian Mansur e o sorteio será em 27 de setembro, no café do Iguatemi Brasília, com o bate-papo Dicas para Fotografar seu Bebê.
Em Recife a fotógrafa será Aline Salvador e o sorteio no mesmo dia do bate-papo, na última sessão de setembro.