terça-feira, 31 de maio de 2011

Plugadas

Já falei do grande drama em viagem: encontrar tomadas para recarregar o computador. O drama é coletivo, as pessoas ficam felizes quando encontram tomadas, seja sob o assento no aeroporto ou numa "parede de tomadas patrocinada".

Vou continuar a saga.

O problema é tão generalizado que há placas em aeroporto informando que "sim, temos tomadas!".

No aeroporto de Congonhas, São Paulo

A Infraero fez até propaganda, com direito a trocadilho.


Esta foi no aeroporto de Fortaleza. Olha bem no meio da foto abaixo. Adivinha quem é e o que faz o pequeno ser lá longe, agachado...


Havíamos chegado cedo, ainda tínhamos um tempo antes de nosso primeiro compromisso. Resolvemos ficar no aeroporto mesmo. Só que o computador da Taís estava sem bateria depois de um voo de três horas e as únicas tomadas encontradas foram naquela parede. Ela preferiu ficar naquela posição desconfortável a ficar desconectada. Que descansar, que nada!

 

E eu? Ah, imagina que eu ia pagar o mico de ficar ali! Sou muito mais bem-resolvida! (meu computador ainda tinha bateria...) 

domingo, 29 de maio de 2011

Renovação de longo prazo

Acabamos de renovar o nosso endereço de internet por 10 anos. 10 anos, sabe o que é isso?! É bom você continuar indicando muito o CineMaterna, viu? ;o)

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Parceria materna

A cada nova cidade que o CineMaterna chega, movimentamos um grande número de profissionais ligados ao projeto: mães voluntárias recrutadas para trabalhar nas sessões, equipes do shopping e do cinema, assessorias de imprensa, entre outros.

De todos estes contatos, se destaca a nossa parceria afinada com a Natura Mamãe e Bebê. As equipes de comunicação da marca, talvez por afinidade ao tema, logo entendem o intuito do projeto e a necessidade de uma mãe retomar sua vida cultural. 

Isabela, Sara e Giovana na sessão de Dia das Mães

As mães e jornalistas Sara, da Letra Editorial de Florianópolis, que foi ao lançamento com sua filha Giovana (na época com cinco meses), e de Juciana Gurgel, da JuGurgel Assessoria de Comunicação e mãe da Beatriz, de Fortaleza, e stão sempre atentas às nossas sessões e fazem toda a diferença na divulgação!

Juciana e Beatriz, curtindo um cineminha em Fortaleza

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Memória auxiliar

Bianca, menina do Rio, mãe da ruiva Júlia, trabalha conosco nos bastidores e na linha de frente. Cuida da programação de filmes comigo, do Twitter, coordena as equipes do Rio, Vitória, Brasília e cidades do sul e está presente nas sessões cariocas. E ainda dá consultoria em amamentação (se estiver precisando, veja aqui).

Alexandra e Bianca, com Eric no colo

Hoje de manhã, lembrei-a de fazer uma tarefa e logo depois, ela me envia um e-mail (intitulado "Alzheimer") e uma foto:
Quando nem o Google Calendar dá jeito... partimos pro velho papel colado no computador :P

Torre do computador da Bianca

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Formigas!

Eric já fez seis meses, mas se recusa a comer. Cospe ou vomita qualquer pedacinho sólido que eu coloque em sua boca. Faz uma careta (linda, do meu ponto de vista) e estremece o corpo. Não me aflige, vou respeitar seu desenvolvimento. Em compensação, adora sucos. Ou seja, não é rejeição aos gostos, mas ao volume, à consistência. Portanto, o pequeno ainda está em amamentação quase exclusiva. Não sei se é igual para todo mundo, mas nesta fase da amamentação, eu como muito doce. Pre-ci-so. Dá uma vontade louca, pelo menos uma vez ao dia. 

E quando vejo as mães no nosso café, "se jogando" no doce, não resisto e tenho que acompanhá-las. Afinal, sou uma pessoa solidária.

Izabella e seu pequeno e discreto doce
Assim como a Renata, coordenadora em SP, que fez questão de posar com o doce mais invejado do pedaço. Invejado, e com razão, concorda?!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

É um time!

Três semanas, três cidades, três estados. Um bebê, uma mala de mão e uma máquina fotográfica. Belo Horizonte, Curitiba e...

Porto Alegre. Quatro shoppings em 24 horas. Paradas devidamente registradas, pois a maratona mereceu!

Eric e eu chegamos no Unibanco Arteplex do Shopping Bourbon Country com o cinema ainda fechado. O cinema inteiro para nós. Pena que não tem filme passando. Registramos nossa primeira parada:

Eric está íntimo deste filme. Tirou foto em BH e agora em POA.
OK, cumpriu sua obrigação de registrar o momento e resolveu descansar.
Detalhe: segundo filho é assim, a mãe larga em qualquer lugar.

Ficamos na sessão e no café e dali partimos para a Cinemark do Shopping Bourbon Ipiranga, onde fomos arrumar o estoque. Levamos brinquedos de um cinema a outro. Comecei a contar com ajuda de cunhada e sobrinha, que moram na cidade.

Nossos equipamentos, entre eles,
dois malotes rosa - um deles
tem só brinquedos.
Dia seguinte, rumamos para o Barra Shopping Sul, onde já tivemos sessão. Fomos buscar dois trocadores que não estavam mais sendo utilizados. Entramos com o shopping ainda fechado.

Só nós no estacionamento.
Ops, como colocar estas duas caixas no carro?
Simples, joga as caixas fora.
Eric, chega prá lá?

Os trocadores foram então levados ao GNC do Moinhos Shopping. O shopping já estava aberto, mas o cinema, ainda fechado. Ótimo!

Devo ser a única pessoa que fica feliz com cinema fechado.
É quando consigo fotografar todas as salas.
Hoje foi o lançamento do CineMaterna no Moinhos Shopping, em Porto Alegre. Terceira sala na cidade, sessão patrocinada pelo shopping, sucesso! Eric e eu preparamos o terreno (com ajuda da minha cunhada e sobrinha), Taís e Alexandra marcaram presença lá (e ficaram hospedadas na casa dos meus sogros), junto com as coordenadoras locais. Trabalho em equipe! Né, Eric?

terça-feira, 17 de maio de 2011

Férias à caça do rosa

A Gláucia acaba de voltar de férias. Passou duas semanas nos Estados Unidos com a família, onde tem parentes.

Em Miami, Helena, sua filha de quase 3 anos, encontrou um cinema e gritou: "mamãe, aqui também tem CineMaterna!".

Espia só o que ela trouxe de imagens de recordação para nós!

Ela bem que quis ficar no meio dos moços para a foto,
mas explicar o motivo em inglês ficou muito complicado!

Gláucia é responsável pelo pagamento da ajuda de custo das voluntárias do CineMaterna do Brasil inteiro. Todas as semanas, ela faz depósitos em caixas eletrônicos de diversos bancos. A gente brinca que qualquer cidade que ela vai, fica procurando um banco para fazer depósito e não ter crise de abstinência. Claro que nas férias ela precisou fazer um depósito! Por acaso, para meu marido, que recebeu um reembolso de compra com cheque em dólares.

Olha a felicidade!

A caça ao rosa continuou! Desta vez, foi encontrada na forma fofa de um New Beetle.

Big Pink, free delivery?
  
Nosso malote pink anda viajando por aí. Ele é tão grande, cabe tanta coisa, que a Gláucia usou para trazer o enxoval do Rafael, irmão da Helena que está por vir.

Helena, com o malote e sua mala de princesas

Aliás, com sua forma suspeita de malote de banco, pegou alfândega! Quem dera estar cheio de dinheiro...

domingo, 15 de maio de 2011

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Mamaço

Ontem teve mamaço em São Paulo. Tudo começou porque uma mãe foi impedida de amamentar em um local público, o Itaú Cultural. Marina, a protagonista do incidente, frequenta as sessões desde o primeiro filho, há dois anos. Logo em seguida, Kalu, uma amiga nossa, teve sua foto amamentando o filho extraída do Facebook e intensificou a revolta das mães.

O Itaú Cultural reconheceu seu erro e acolheu a manifestação de um grande grupo de mães que amamentaram seus bebês no local.

Amamentei Max, meu filho mais velho, por dois anos. Ainda amamento Eric, que está com seis meses e aos poucos está sendo apresentado aos alimentos.

Ser mãe, para mim, implicava em amamentar. Nem pensei muito sobre o assunto, uma coisa levava à outra, naturalmente. Depois que tive filho, percebi que não é bem assim. Amamentar é trabalhoso, alguns bebês têm mais dificuldade em ter a pega correta, alguns bicos de seio são menos "anatômicos" que outros, há muita desinformação e palpites como "leite fraco", algumas mulheres têm dificuldade de produção, podem ter uma mastite.

Depois de passar por todos estes potenciais obstáculos, a recompensa: amamentar, na minha opinião, é um ato mágico. É maravilhoso saber que meu corpo produz o alimento mais completo para o meu filho, alimentando-o e protegendo-o ao mesmo tempo. Perceber que volume de leite é ajustado de acordo com a demanda me faz sentir tão perfeita e poderosa! E ainda tem o vínculo criado, a troca de olhares e carinho.

Por tudo isso, seria lamentável se chegássemos na "cultura do pudor ao seio que amamenta" como existe nos Estados Unidos, onde não são raros os casos de expulsão de mães amamentando de estabelecimentos. Fui ao país com meu filho Max, amamentei-o sem ser importunada, mas vi apenas uma mulher fazendo o mesmo - e ela era francesa! Na minha opinião, quanto mais se vê mulheres amamentando, mais se incentiva a amamentação.

No CineMaterna, incentivamos as mulheres a serem mães em sua plenitude: nosso espaço permite que  amamentem, alimentem, troquem as fraldas de seus bebês, deem colo, ninem, e sim, que relaxem. Por que relaxar é muito importante para produzir leite, para amamentar, para aumentar o vínculo, para ser mãe.

Marina e Roberta no mamaço, ambas frequentadoras do CineMaterna
Foto: Nelson Antoine/Fotoarena - extraído do site da Veja

Em tempo, algumas das notícias sobre o mamaço:

SBT
Rádio CBN
O Estado de SP
Folha de SP
Pais e Filhos
Crescer
G1

terça-feira, 10 de maio de 2011

Elefantinho cor de rosa

Esta menina dos cílios enormes é a Duda, filha da Verônica e uma das cinéfilas mirins mais assíduas.


Frequenta diversas salas do CineMaterna em São Paulo, mais de uma vez por semana, desde pitoquinha. Ontem ela foi ver Água para Elefantes com uma roupa que tinham elefantes!

Detalhe do elefante rosa

Foi sem querer, segundo a mãe que a vestiu. Ah, Verônica, aguarde que logo logo a Duda vai começar a escolher suas próprias roupas!

domingo, 8 de maio de 2011

Mãe, ser intransitivo

Acho esta história de Dia das Mães um acontecimento meramente comercial. Até tem uma origem não-comercial, mas hoje em dia, quem se lembra disso? Todos os anos eu fico pensando que não tem que escrever sobre este dia, nem homenagear como se fosse algo especial, já que nós no CineMaterna pensamos nas mães todos os dias. Posso falar isso sem demagogia.

Ontem tivemos o CineMaterna, que com patrocínio da Fisher-Price, deu ingressos para mães no Brasil todo. No total, vieram às sessões 1700 adultos, sendo que mais da metade eram mães com seus bebês.

Na sessão em que eu estava, em São Paulo, vieram mais de 80 mães. Algumas me reconheceram e conversaram comigo, agradeceram pela iniciativa, o que sempre, sempre me emociona. Uma me disse: "e depois falam que mulher é o sexo frágil. Olha só esta iniciativa, criada por mulheres!".

Já ouvi pessoas perguntarem porque o CineMaterna é "materna" e não "paterno" também, dando a entender que é uma espécie de discriminação. Pois não tenho nenhum problema em enfatizar que é CineMATERNA mesmo, que é pensado nas mães sim, que são as protagonistas e que têm um papel preponderante nos primeiros meses de vida do bebê. É a mãe que gesta, que pari, que amamenta. É a mãe que tem seus hormônios "enlouquecidos" na gestação e pós-parto. É a mãe que, quando grávida, era o centro das atenções, e quando o bebê nasce, fica de escanteio. É a mãe que fica "presa" em casa com um bebê que ela está aprendendo conhecer, com quem está criando um vínculo, com quem convive 24 horas nos primeiros meses. É a mãe que vivencia o que se chama de instinto maternal. É a mãe que TEM que levantar quando o bebê chora à noite e fica privada de sono. É a mãe que não consegue tomar banho, que ouve seu bebê chorar mesmo quando ele não está chorando, que chega à noite e ainda está de pijama, sem escovar os dentes e que, por alguns dias, não faz ideia do que está acontecendo no mundo. É a mãe que nos primeiros meses tem dificuldade para ir ao cinema, a uma festa, a um bar, conversar de outro assunto que não seu bebê. E é a mãe que se angustia quando, cansada e irritada, percebe que está se questionando se era isso mesmo que ela queria para sua vida, ter um filho.

É por tudo isso que sim, as mães merecem a nossa total dedicação e atenção.

Então, Feliz Dia às mães (biológicas ou adotivas) que vão às sessões e fazem do CineMaterna uma iniciativa de dar orgulho. E obrigada às mais de 100 mães voluntárias que trabalham conosco e fazem o CineMaterna existir, com o carinho e cuidado que as mães merecem!

Primeira sessão oficial CineMaterna - ago/2008
Foto: Guga Ferri

sábado, 7 de maio de 2011

Menino no Rio


O Pão de Açúcar e a baía de Guanabara

Dia de trabalho no Rio de Janeiro. Uma viagem marcada em cima da hora para dar uma entrevista no programa Revista do Cinema Brasileiro, especial de Dia das Mães e acompanhar a sessão do filme Rio, de Carlos Saldanha, uma animação inspirada na cidade.  Estava um pouco ansiosa, afinal estava sozinha para falar do CineMaterna, de cinema e de mãe (Irene e Taís estavam em Belo Horizonte), me deu até frio na barriga...

Para o serviço escalei o meu filho Jonas, talvez esta seja sua última viagem a serviço do CineMaterna, e eu quis aproveitar sua companhia. Ele se mostrou um excelente companheiro. Foi muito divertido quando ele, ao ver um avião de verdade, jogou o seu de brinquedo no chão e queria brincar com aquele grandão!


Sempre que vou ao Rio de Janeiro me vem à cabeça várias canções e alguns filmes. Acho engraçado, porque para mim é impossível descer no aeroporto Santos Dumont sem sussurrar alguns versos do Samba do Avião: “minha alma canta, vejo o Rio de Janeiro, estou morrendo de saudade...”. 

E lá fomos nós...  Uma passadinha pelo Leblon para conhecer o Baixo Bebê. Depois rumamos para o shopping Fashion Mall. Fomos recebidos de braços abertos por Kívia e Renata, nossas coordenadoras no Rio. Em um instante a sala estava montada.

Renata e Kivia, anfitriãs, se preparando para o sorteio de brindes na sessão

A equipe do programa também estava lá, composta por dois pais corujas, Jackson e Marcel, câmera e iluminador que seguiram todos os passos das mães e conseguiram captar alguns bons momentos da  sessão. O produtor e repórter Luiz Fernando não escapou de treinar um colinho com o Jonas. Eu estava tão nervosa que esqueci de mandar um beijo para Júlia Lemmertz, apresentadora do programa, de quem sou fã desde sempre!


E para encerrar o programa fomos com as mães para o café, que ficou lotado de mães e bebês lindos.

Jonas todo lambuzado de sorvete
Renata não perde tempo de paparicar bebês no café

A volta tinha aquele clima noir e sensação que só um aeroporto tão emblemático pode dar. Jonas na janelinha admirava as luzes, como que gravando o momento para editar as emoções de um dia especial... Na trilha um clássico de promessa de breve retorno. "Rio de Janeiro, gosto de você, gosto de quem gosta deste céu, deste mar, desta gente feliz".


Chegando em São Paulo, um momento especial: encontramos com a Irene e a Taís, que estavam vindo de Belo Horizonte. Reunidas ali, exaustas mas satisfeitas com o cumprimento das agendas. A prova física e material de que fazer sessões de cinema para mães com bebês é algo que vale o esforço.

A partir da esquerda: Alexandra com Jonas, Taís, Irene com Eric

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Viagem a trabalho

Resolvi mostrar algumas imagens de uma viagem a trabalho. No caso, fomos Taís e eu a BH, para uma reunião com um shopping, um cinema, uma ida a outro shopping - e outro cinema, e conversa com equipe local.

O dia começou muito cedo, com despertador às 4h da manhã. Chegamos ao aeroporto antes das 5h. E acredite, a Taís já estava no bom humor de tirar foto engraçadinha na esteira da companhia aérea. O atendente certamente achou que éramos duas loucas - com um bebê.

Falei pra Taís que a foto ficou
meio mórbida. Tudo bem,
ela estava "morta" de sono mesmo!

Eis a prova de que estávamos no aeroporto (Cumbica - GRU),
às 5:30 da matina!
Comprando um lanchinho para comer no avião.

Meu primeiro filho, Max, era muito sossegado para viajar de avião. Bastava lhe oferecer o peito que ele mamava e dormia... Nunca deu escândalo nem trabalho. Eu achava que era muito fácil viajar de avião com bebê que mama no peito. Pois o Eric, segundo filho, veio derrubar minha tese. Ele já deu escândalos de me fazer sair sem olhar para os lados de vergonha do olhar fuzilante dos demais passageiros. Ele exige que eu me concentre totalmente nele para que não chegue no estágio do "choro sem volta". Conseguimos ter um voo tranquilo.

Chegamos a Beagá!

O aeroporto de Confins fica realmente nos confins. Uma hora de viagem de ônibus até Belo Horizonte. Mais que a duração do voo...


Para a felicidade da Taís, tem wi-fi no ônibus!

Uma foto de dentro do ônibus. Né Beagá inda não...
Taís, a invasora de fotos...
Trânsito engarrafado - ou "agarrado", como dizem nesta terra.
Gente, nossa reunião é às 9h, faltam 10 minutos!

Na reunião com uma rede de cinemas, conversamos com uma pessoa da área de marketing, contando como funciona a nossa sessão, os parâmetros de som e luz, a negociação dos filmes. Ao terminarmos a conversa, esta pessoa comentou que ficou impressionada como conhecemos como funciona um cinema. Ficamos toda orgulhosas!

Fomos para o cinema, onde fizemos vistoria. Tiramos fotos e mais fotos das salas e corredores, de ângulos bem inusitados.

O pequeno ser solitário é a Taís
Eric "colaborando" na hora da vistoria

Isso tudo antes da parada para almoço. Muita fome! Adivinhe o que almoçamos... Comida mineira, uai!

Metal, "obrigado", plástico e papel. Ué, "obrigado" seria "lixo orgânico"?
Ah, deve ser porque a Terra agradece

Eric frequenta reuniões desde bem bebezico. Agora que senta, ganhou seu próprio lugar... ao chão!



Pernoitamos na cidade. Ficamos em um hotel que tem um beliche no quarto, a cama de baixo é de casal. Dormimos Eric e eu embaixo e Taís em cima. Capotamos, claro, depois de madrugar e passar o dia inteiro para lá e para cá. De manhã, Eric ainda dormia, achei que Taís também, liguei meu celular e fui tuitar. Eis que vejo que Taís estava acordada porque já tinha tuitado 10 minutos antes. E tuito para ela, que responde, rindo, tudo em absoluto silêncio. Duas geeks malucas.

Dia seguinte, ida a outro cinema. Enquanto esperávamos o gerente, fomos nos divertir.

Não é só bebê que se diverte com os coelhos de Hop.
Claro que Taís tinha que fazer parte!

Olha aí, as coisas da Fisher-Price já chegaram!


Mais uma reunião depois, pegamos o ônibus para o aeroporto.

Eric capotou (onde está o pequeno na foto?)
Esperando pacientemente para embarcar,
pés para cima, exaustos depois de tanto zanzar por BH
Última foto, as malucas, já no avião
O mais divertido foi que chegando em Cumbica, encontramos com a Alexandra, que estava vindo do Rio, onde trabalhou naquele dia. As passagens não foram combinadas, foi realmente uma coincidência. Destas boas, para fechar a história.