terça-feira, 25 de janeiro de 2011

CineMaterna paulistana da gema

Para quem não sabe, CineMaterna é uma iniciativa paulistana. Hoje é aniversário de São Paulo e fiquei pensando sobre a relação da iniciativa com a cidade. Talvez São Paulo seja a cidade com a crueza fundamental para que o programa precisasse existir e a quantidade de mães necessária para formar público e se tornar relevante. É uma cidade onde as pessoas são isoladas, até mesmo de suas famílias, pela sua grandeza e ritmo acelerado. A presença de mães e bebês circulando se faz necessária para lembrar quem somos e quais as nossas necessidades.

Foi nesta cidade que as mães foram levadas a sério por frequentar um programa de atualização cultural para puérperas. É estranhamente aconchegante a multiplicidade dessa cidade, que apoia as iniciativas mais diversas, que a gera e apoia a diversidade e permite a coexistência de pluralidades. Não é estranho que essa cidade tenha o emblemático signo de Aquário, lançador de ideias novas, vivendo um futuro a mil. E generosa como é, cede sua iniciativa, em ramas, para que outros a repliquem, com seu próprio sotaque.

Prova disso são nossos encontros no café, após a sessão. São iguais em São Paulo e em outras cidades onde temos sessões. Mães e bebês encontram a sua harmonia no caos.

Café nos primórdios do CineMaterna, em 2008, no Center 3
Café no Rio
Em SP, no Shopping Frei Caneca
Café em Porto Alegre
Em SP, no Shopping Market Place

Café em Belo Horizonte

Obs: como curiosidade, dentre as três fundadoras, duas são aquarianas, e uma delas faz aniversário no mesmo dia da cidade de São Paulo. Estamos ficando velhas, mas somando as três não chegamos nem perto dos 457 anos desta cidade.

Um comentário:

  1. Olá Alexandra,

    Parabéns por terem tido coragem e persistência! Agora a iniciativa de vocês alegra milhares de mulheres a trocarem suas experiências e divertirem-se com seus bebês e novas amigas. E São Paulo, como toda boa aquariana, só podia ter recebido a idéia de perto aberto!
    Bjos e até a próxima sessão, Dani Salles

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