segunda-feira, 31 de maio de 2010

Não desista!

Contada pela Fernanda, coordenadora geral do CineMaterna de Brasília:

Uma mãe veio com seu bebê de quatro meses, pela primeira vez. Chegou correndo, atrasada. Contou-me que seu bebê começou a chorar na hora de sair de casa, parecia que não queria ir e nem deixá-la sair. Ligou para o marido, triste, e contou a ele o que estava acontecendo. Seu marido prontamente respondeu: "Põe o bebê no carro e vai! É importante para você e para ele, você precisa se divertir". E assim ela vez. Ao final do filme, ela veio no trocador e me disse: "Valeu a pena!", com um sorriso nos lábios.

Eita marido sábio!

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Lançamento no Recife 2

Lançamento sempre envolve um pouco (ou muita) apreensão. Mesmo nas cidades onde o sucesso parece garantido, há uma certa tensão. Cidade nova significa cultura e hábitos diferentes e nunca sabemos como a população receberá a experiência de ir ao cinema com um bebê.

Para Recife, estabelecemos que a recepção seria mediana, fizemos uma projeção conservadora. E felizmente, erramos!!! Simplesmente lotou - para nosso alívio duplo, pois não queremos sala vazia, mas sala com lugares faltando também não é bom.


O voo de São Paulo para Recife dura três longas horas, que foram "curtidas" por nós... trabalhando! Fomos em três, ocupamos a fileira toda e abrimos nosso escritório. Os comissários de bordo se divertiram conosco: entraram no clima e perguntavam se podiam interromper a reunião para falar conosco.

Lançamento não é só sinônimo de transportar caixas e mais caixas e trabalho árduo. Temos nossos momentos de risada. Fomos dar uma volta no shopping, depois de ter tudo resolvido. Tudo que é pink nos atrai. Não importa o quão loucas fiquemos parecendo!


E claro que temos direito a uma boa refeição, com a comida típica local: carne-de-sol, macaxeira, feijão de corda, farofa de ovo, queijo coalho. Taís e Gláucia resolveram tirar fotos e enviar aos maridos, só para fazer inveja...


Conseguimos manter o humor mesmo faltando poucas horas para o lançamento!


Esse "cara" aí se chama Alex O'Loughlin, estava no cartaz de um filme que estreia em breve, cujo poster precisamos mover pelo saguão do cinema. Resolvi fazer uma piadinha, posicionando-o ao lado do nosso banner, mas a Gláucia preferiu que ele "olhasse" para ela.

Recife nos surpreendeu desde cedo: mal nos colocamos a postos para recepcionar o público, as mães começaram a chegar e encheram o saguão mais de meia hora antes do início.


Pois nós também as surpreendemos: o Shopping Recife tirou foto de todo mundo e entregou a impressão na saída, com uma linda moldura.


As fraldas Baby & Baby presentearam as mães com um pacote para cada uma.


A Natura Mamãe e Bebê levou uma especialista em shantala para dar uma orientação sobre massagem para bebês e na saída, entregou um óleo de massagem e um lindo livreto que discorre sobre a importância do vínculo.


E a sala... Ah, foi bonito de ver. A equipe de coordenadoras da cidade estava maravilhada. E nós também.



A clássica foto com a equipe, desta vez, na frente do enorme painel do filme, que deslocamos só para a foto.

Eu, Taís e Gláucia, de SP, Elaine, Andaira e Carmen, do Recife.

E partimos para a piada final, no aeroporto.


Não era só pose, realmente trabalhamos, mesmo mortas de cansaço...

Algumas histórias, para fechar:

- Uma pessoa desavisada comprou ingresso e entrou na sala. Ela voltou na entrada e falou: "gente, o que é isso, ninguém me avisou!". Expliquei que ela podia voltar na bilheteria e trocar o ingresso para outro filme ou outra sessão. Ela prontamente respondeu: "De jeito nenhum! Não perco isso por nada. E da próxima vez, trago minha neta de dois meses!". E foi buscar uma amostra de fralda.

- Abaixo da tela de projeção do filme tem uma grande cortina preta, que de longe, parece uma parede. A Gláucia foi para trás, para "encostar" na parede e levou um tombo. Isso, durante o filme. Ela estava logo atrás de mim, mas não vi nada, só a ouvi se matando de rir, já em pé novamente. Depois me contou que levantou rapidamente porque seu único pensamento na queda foi "Vou derrubar a tela!!!". Já pensou? rs

- A Andaira, que ficou na entrada no cinema orientando o fluxo do público, contou que uma mãe precisava ir ao banheiro e a entregou o bebê. E ela ficou andando pelo saguão com o bebê no colo enquanto trabalhava. Dali a pouco, a mãe voltou para buscar o bebê, dando risada, falando que estava tão relaxada, que ia entrar na sala sem o bebê!

- Quando fui almoçar, a atendente da lanchonete viu minha camiseta do CineMaterna e perguntou: "Isso de cinema com bebês, não passou matéria no Fantástico?". Expliquei que tinha sido no Jornal Nacional, há um ano e meio. Ela respondeu: "Isso mesmo! Achei que era coisa que só tinha em São Paulo". E na época, era mesmo "coisa de São Paulo". E 18 meses depois, eis que chegamos na 11a cidade...

Muito obrigada pela recepção tão calorosa, Recife!

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Lançamento no Recife 1

125 adultos
67 bebês
Sala lotadíssima!

Mães felizes
Acompanhantes felizes
Bebês felizes
Patrocinadores e parceiros felizes
Equipe local feliz
Taís, Gláucia e Irene mortas! (e felizes também!)

Aguarde as imagens!

Sampa deixa saudades...

Já falei da Tati, mãe da Júlia, em dois posts (Novos Holandeses e CineMaterna para Exportação). Ela muito frequentou o CineMaterna em SP, mas mudou-se para longe, para a terra de seu marido holandês. Ela tem me enviado mensagens esporadicamente, contando com está sua vida na Holanda. São mensagens tão bem escritas, que publico aqui.

Querida Irene,

Hoje, mais cedo estava olhando umas fotos que aparecem no cantinho do computador, aleatoriamente. Surgiram algumas imagens de São Paulo, daí vieram as fotos do cineminha. Foi tão bom! Eu lembro de ter passado onde tinha o bate-papo, poucos meses antes de frequentar o CineMaterna e vi todas aquelas mamães amamentando seus bebês e batendo papo. Havia uma luz de tarde incidindo sobre elas e parecia tão especial. Minha sorte foi descobrir do que se tratava depois que a Juju nasceu.

Pensei em Sampa e no tempo em que vivi por aí. Foi uma experiência tão marcante que não haverá cidade no mundo que eu ame e ao mesmo tempo odeie mais. É uma cidade tão forte em tudo que às vezes te dá um abraço bem apertado e em outro momento te dá uma surra!

E para mim o CineMaterna foi um longo abraço, um acalento que muito me ajudou. Quando você não está na sua cidade precisa de um lugar para ir, um lugar para chamar de seu, assim tomei posse de um pedacinho daquele tapete onde a Julia brincava. Pena que não pude levar comigo, outros bebês e mamães precisavam dele! Eu tive depressão pós-parto, hoje tenho certeza, pois nos primeiros três meses da Juju bebê, eu não era eu. Ela era minha segunda filha mas tudo era como novo para mim. O parto havia sido lindo, normal, calmo, mas não conseguia me sentir normal no começo. Depois passou, ou foi passando, mas mesmo nesses três meses o CineMaterna era uma alegria, uma fonte de boas energias.

Assim vou me despedindo, lembrando dos bons momentos da vida. Pensando em tudo que vivi aí parece até que sempre vivi aí, que nunca saí daí, é como se estivesse aí. De certa forma estou.

Estou feliz com as minhas emoções, com as minhas histórias inventadas e vividas, sonhando que na próxima vida todas as pessoas queridas serão minhas vizinhas. Imagino como se fosse uma cidadezinha e vejo uma miniatura daquelas que tem floquinhos com todas as pessoas dentro, e eu.

Super super abraços bem carinhosos.
Tati.

Eis uma foto que veio junto da mensagem, Alexandra, Taís e eu, com sua Júlia no meu colo e meu filho em pé, ao lado.
A foto foi tirada há praticamente um ano. Está desfocada, mas a memória deste tempo, mantém-se bem nítida...

terça-feira, 25 de maio de 2010

Histórias de café

Aconteceu na nossa sessão lá em Santo André. Relato da Drica, coordenadora geral da cidade.

Hoje veio uma mãe com sua bebê de seis meses. Quando a sessão terminou, as convidei para o café e ela me contou a sua história. A mãe tem câncer e artrite, praticamente tem que ficar de repouso absoluto, toma morfina diariamente. Ter um bebê foi bastante arriscado: a filha nasceu prematura, ambas ficaram internadas, não conseguiu amamentar... Ela é fã do CineMaterna, tinha vindo na estreia na cidade. Sua saúde é bastante frágil, mas disse que precisava muito sair de casa... Super alto-astral! E pensar que eu, por muito, mas muito, mas muito menos reclamo e fico brava!

Quantas de nós não somos assim? Superamos as maiores dificuldades em momentos impensáveis, encontramos forças sabe-se lá de onde e, ao mesmo tempo, estouramos por coisinhas bestas? Histórias assim emocionam, surpreendem, nos renovam. E me faz olhar para meu filho e pensar que a vida e as pessoas sempre nos surpreendem.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Nascimento baiano

Esta é a Maria Eduarda, filha recém-nascida da Karina, que foi coordenadora geral das sessões em Salvador. Bebê soteropolitano com sangue paulista (Karina é de SP, morando em Salvador), nossa mais nova futura frequentadora. Chegou junto com a estreia de Quincas Berro D'Água, filme de alma baiana...

Duda (já estou íntima), bem-vinda a este mundão! Lucca, cuide bem de sua irmãzinha. Karina, parabéns pela princesa!

sábado, 22 de maio de 2010

A gente no iPhone!

Meu e-mail de hoje, sábado, 22h11, para a equipe que trabalha na "matriz" do CineMaterna:

Gentem, acabei de baixar o aplicativo da Veja São Paulo no iPhone. Eis a minha surpresa quando entro em Cinema => Filmes e vejo Cine Materna!!! Entre os filmes!!! E aparecem as sessões da semana que vem!

Uau! Que emoção...

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Há duas gerações

Há alguns anos, duas amigas tiveram suas filhas, meninas: Milena e Marina. As duas filhas viraram grandes amigas e cresceram juntas. Milena teve Heloísa, Marina teve Cora, nascidas com uma semana de diferença.

Heloísa e Cora estiveram pela primeira vez no CineMaterna esta semana. Depois de seu cineminha, num animado bate-papo no café, Heloísa e Cora, as pequeninas-grandes amigas, estavam fazendo planos de um futuro não-tão-distante, quando terão meninas, que serão grandes amigas...

Milena com Heloísa e Marina com Cora, no café pós-sessão da terça 18/05/2010, em São Paulo.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

sábado, 15 de maio de 2010

Segunda geração surpresa

Já aconteceu algumas vezes, meu cérebro demora alguns segundos para processar o que está acontecendo: mães que eram assíduas, rostos mais-que-familiares, que não vejo há um tempão, de repente, aparecem com um bebê pequenino. Sim, é o segundo filho! Não, não sabia que tinha engravidado! E elas me apresentam, toda orgulhosas, sua mais nova criação, que dorme profundamente. Claro que é mais que gratificante ver o retorno destas mulheres ao CineMaterna, com seus bebês bem novinhos, pois estão mais seguras para sair de casa.

Esta semana, veio a Tatiana, que me contou: "Eu estava em casa, meio deprê, de volta à rotina fralda, bebê novinho chorando, perdida e trancada em casa. De repente, parei e pensei: espera aí, eu sei como melhorar isso! Na hora, me aprontei pro cinema e saí com o Martim!".

Bem-vindo, Martim, irmão de 40 dias do Tiê, que (já) está com dois anos. Tatiana, parabéns pela família ampliada. CineMaterna os recebe de braços abertos - poltronas confortáveis, filmes legais e papo gostoso.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Correspondente em Nova York

Às vezes eu acho que fico me repetindo aqui, colocando as trocas de e-mails carinhosos que recebo. Mas carinho nunca é demais e nunca se repete, não é verdade? E sentir emoção, a gente não controla. Por isso, vai mais um carinho, desses bem emocionantes:

Olá Irene, aqui é a Renata , mãe do Chico, que se mudou pra NY, lembra?

Que saudade do CineMaterna, como me faz falta - e ao Chico também, tenho certeza. Nunca tive a oportunidade e queria aproveitar agora e agradecer você por essa iniciativa e essa dedicação que fez do CineMaterna o que é hoje. Fazer diferença é um grande mérito e você fez, tanto na minha vida (que frequento o CineMaterna desde que o Chico estava na minha barriga), na vida no meu filho e de tantas outras mães e tantos outros filhos.


Estive esse fim de semana com uns amigos que têm bebês e ficaram encantados com a ideia do CineMaterna, disseram que nunca viram nada parecido por aqui. Que bom que foi contar vantagem em relação a NYC, que é um lugar com a cultura tão acessível a todos, mas nesse ponto, nós ganhamos!


Me repito, obrigada e muita saudade das sessões de terça!


Beijo

Renata


Renata, saudades do Chico espoleta e de você (e de NY!). O mais engraçado é que a cidade tem sim, sessão para mães com bebês (escrevi sobre isso aqui), mas sem divulgação. Acho que estamos precisando ir para aí, mostrar como é que se faz! Tem lugar na sua casa? Hospedagem em Nova York é caaaaara - rs!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Oi meu filho...

Consegui sobreviver à pior fase da gravidez (para mim). Passou a imensa e profunda fraqueza e mal-estar que assolavam meu corpo. Não era sono, era fraqueza mesmo. Ainda estou enjoada, mas o humor melhorou 956%. Não sinto mais necessidade de morder ninguém, nem de afirmar a cada cinco minutos que esta é a última vez que engravido (mas é, tá?), que quero desistir.

Sei que outros sintomas estão por vir, mas para mim, este início de gravidez é de matar (ou morrer). Dramático, mas genuíno. Invejo profundamente as mulheres que engravidam e não sentem NADA. Nem escrevi sobre isso antes, porque provavelmente, faria uma apologia do aborto ou um manifesto anti-gravidez.

De repente, passou. Por que três meses, para a maioria das que passam mal? Pensando sobre isso, mergulhei em meu útero e vi meu bebê, que tanto precisou de minha energia para virar um serzinho. Tá lá, pequenino, mas praticamente formado. A mágica da vida...

Agora será mais fácil, para mim e para ele.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Alice fez sucesso

Ainda falta contabilizar uma sessão, mas podemos dizer que CineMaterna e Alice no País das Maravilhas trouxeram 1000 adultos e mais de 500 bebês ao cinema, no Brasil inteiro. Adultos que provavelmente não teriam como ver o filme, bebês que certamente não iriam ao cinema! (rs) E tudo em uma semana!!!

O filme rendeu várias sessões cheias, uma totalmente lotada em Curitiba, uma sessão 3D cheia no Rio, mesmo "competindo" com uma corrida de aviões (!) na frente do cinema, e outra tecnicamente lotada em São Paulo (também 3D), na véspera de Dia das Mães.

Fotos tiradas em 08/05/10, na sessão de Alice 3D, no Frei Caneca Unibanco Arteplex


Meninas, que emoção! Cheguei animadíssima à sessão de Alice no País das Maravilhas 3D no Frei Caneca acompanhada dos meus dois amores, quando entro na sala e que susto eu tomei! A sala lotadíssima!!! Mal consegui achar lugar para sentar! Mas o mais incrível foi que mesmo com a sessão lotada, conseguimos assistir ao filme tranquilamente e curtir muito! Foi muitoooo bom! Adoramos!
Beijinhos, Thalita, Eduardo e João Bernardo


E assim foi: uma sessão incrivelmente tranquila, apesar da quantidade de gente. A sala do lado da que usamos serviu de estacionamento de carrinhos, que aliás, lotou também!



E deu até para fazer piada. A Ligia, assídua frequentadora do CineMaterna, nos emprestou um óculos pink, para combinar com a nossa camiseta.

Gláucia, no canto inferior direito da foto acima, "assistindo" ao filme com seu óculos particular (e peculiar).

Gláucia e eu, de óculos, ao lado do Chapeleiro Maluco.

A foto está escura e embaçada, mas vou contar o que me comoveu: no lado direito da foto, estão cinco papais, embalando seus bebês, para que as mães pudessem assistir ao filme. Lindo presente de Dia das Mães, não?

domingo, 9 de maio de 2010

Mães, seres tão especiais

Há mães de todos os tipos: as de primeira viagem, as românticas, as modernas, as tecnológicas, as tradicionais. Todas guardam características comuns: a capacidade de doação do seu tempo, do seu espaço, dos seus desejos. E o começo da maternidade é um momento ainda mais especial. É tudo novo, nasce um bebê, uma mãe e uma nova família, mesmo quando não é o primeiro filho. A tendência das mães neste primeiro momento é se dedicar quase exclusivamente às crias e as suas vontades ficam escondidas.

O momento é de revolução total e quando as mães conseguem um momento só delas, faz toda a diferença. E o CineMaterna é um presente para todas as mamães, um programa adulto, mas com a possibilidade de estar perto dos seus bebês nesta fase tão especial em que a criação e o fortalecimento do vínculo é essencial.

E também é tradição em todas as cidades por onde passa o CineMaterna que depois de cada sessão as mamães se reúnam em um café próximo às salas de cinema para fecharem com chave de ouro a tarde especial, um bate papo onde aproveitam para trocar impressões, angústias, dúvidas, alegrias desta fase tão única e especial.

Texto extraído do release escrito pela Deborah Trevisan (foto), mãe de Isadora e Pietro, assessora de imprensa do CineMaterna.

Feliz Dia das Mães!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Troca de DNA

Li ontem no jornal a notícia que conta das duas mães de Goiânia que descobriram que seus filhos, atualmente com um ano e um mês, foram trocados na maternidade. Destrocaram as crianças esta semana e, relata a notícia, que uma delas chorou tanto para dormir que sua mãe biológica chamou a mãe "antiga" para amamentá-lo. Chorei ao ler este trecho, que para mim, foi o que deu a dimensão emocional da confusão armada. Fiquei tentando imaginar como deve estar o coração destas mães, a ambiguidade de sentimentos, a angústia da separação, o filho biológico nos braços depois de tanto e tão precioso tempo.

Indaguei-me se antes de ser mãe, conseguiria tamanha empatia com estas mães - e eu acho que não. Virar mãe muda o nosso DNA emocional: vemos e sentimos de forma diferente tudo que é relacionado à maternidade. Não que não sejamos sensíveis a estas histórias, mas algo se altera na nossa essência... Imagino que cada uma mude de um jeito diferente, mas acredito que nossa estrutura emocional sofre profundas alterações. Ver um filme, ler um livro, emitir uma opinião, ouvir uma notícia: se tiver algo remotamente relacionado à maternidade, tudo se torna diferente depois da experiência de ser mãe...

Tuiter, de Curitiba

Sessão de Dia das Mães em Curitiba.
Sala LOTADA. Mesmo. De verdade. Acabaram os lugares. Caramba.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Contato do público

CLARICE, mãe do Théo (6 meses)
Cidade: São Paulo
Estado: SP
Mensagem:
Ontem, 04/05, fui pela primeira vez a uma sessão do CineMaterna no Espaço Unibanco. Faz tempo que sou cadastrada e ensaio para ir, mas com bebê pequeno, trabalho, separação, problemas profissionais etc., acaba sempre ficando pra outro dia. Minha mãe me incentivou e acompanhou. Foi uma das mais emocionantes experiências da minha recente maternidade. Amamos tudo, cada detalhe tão preciosamente preparado para as mamães e para os bebês. Obrigada por essa iniciativa e por manterem-na, um agradecimento especial às mães voluntárias. Um grande abraço meu e da minha familia.

Feliz Dia das Mães, Clarice!

terça-feira, 4 de maio de 2010

Agenda lotada

Esta é a semana das Mães. Impressionante como a imprensa se mobiliza em torno da data. Sim, claro, a gente percebe que é um tema que pipoca em toda a mídia. Mas nunca tinha efetivamente SENTIDO isso.

Agenda CineMaterna da semana, todo em função do Dia das Mães:
- Entrevista à Rádio Educadora, programa Multicultura, de Salvador
- Equipe do Jornal de Brasília, Correio Braziliense e programa "Inside" (SBT) na sessão de Brasília
- Gravação de programa para a TV Mix (Brasília)
- Equipe do programa "Tudo a Ver", da Record, na sessão de Santos
- Programa "Show +", ao vivo na Rede TV Mais, em Santo André
- Equipe do Jornal da Band na sessão do Market Place, em São Paulo

E sessões em todas as cidades que prometem ser cheias por conta do filme (Alice no País das Maravilhas ou Woody Allen - Tudo Pode Dar Certo).

Isso é o que eu chamo de a semana mais movimentada do ano! E pensar que um ano atrás, a data passou praticamente em branco porque simplesmente esquecemos que planejá-la!

domingo, 2 de maio de 2010

Mamães que sentem (muito) orgulho


Saiu hoje, na revista Época São Paulo: 50 razões para amar São Paulo. A revista cobre tudo o que acontece de mais relevante na cidade. Estamos entre os motivos e muito bem colocadas!

(clique para ampliar, dê zoom para ler)

Somos a sétima maravilha de SP (e, grande coincidência, usamos a sétima arte)!!! Estamos como mães, muito, muito orgulhosas de seu filho. E tenho certeza que o orgulho não é somente da Alexandra, Taís e meu, mas sim, de toda a equipe e do público que nos acompanha e faz o CineMaterna acontecer pelo Brasil afora.

Parabéns a todas nós, mães, mulheres, profissionais, que conquistam seu espaço, sem deixar a maternidade de lado! (vou lá enxugar uma lágrima e já volto...)