domingo, 28 de fevereiro de 2010

É pique, é pique!

Ontem CineMaterna completou dois anos de existência. Dois anos desde os tempos de "guerrilheiras", quando "invadíamos" o cinema com nosso bebezicos a tiracolo. Para comemorar, Alexandra (com a colaboração do pequeno Jonas, que dormiu por mais de duas horas à tarde), produziu estes pequenos mimos coloridos.


Lance cômico: fui pedir autorização à sócia do cinema, pelo telefone, para distribuir "confetis" na entrada da sala. Ela me responde: "Parabéns! Que conquista, dois anos! Maaaas, diga-me uma coisa: você vão distribuir confete de Carnaval?" - preocupada (com toda a razão) com a provável sujeira que um baile de Carnaval faria na sala de cinema. Hahaha, nããão!!! Esclareci que era o confeito e ela respirou aliviada.

Gláucia ficou na bilheteria, querendo comer todos - rs. Brincadeirinha.


O casal abaixo é de Santos, veio à sessão em São Paulo. Uma honra!


E tivemos a grata surpresa de receber uma mãe com sua segunda filha, que ia ao CineMaterna com o primeiro e nem sabíamos que tinha engravidado novamente.

Como a sessão era sábado à tarde, comemoração de dois anos, fomos todas: Alexandra, Taís, Gláucia e eu, e resolvemos levar a família toda. Afinal, quem melhor para comemorar do que o público e nossa família? Na saída, enquanto corríamos de um lado para o outro fazendo a saída dos carrinhos e arrumando a sala, os maridos ficaram com saguão com os filhos. Acompanhar as esposas no trabalho não é moleza, não!


Dois anos, nove cidades, 15 salas de cinema. Quase 10 mil adultos e 6 mil bebês. E muito, muito carinho do público, nosso maior presente, definitivamente.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Meu pequeno cinéfilo

Passando a pé, na frente do Espaço Unibanco Augusta, Max, meu filho, aponta para o cinema e diz: "CineMaterna!". Isso porque não passava ali há uns seis meses... Meu filho tem pouco mais de dois anos e já é um geniozinho (hehehe, como todos os filhos).

Estávamos a caminho do escritório do Espaço Unibanco, a uma quadra dali. Fomos entregar um pacote, já era final da tarde. No escritório, abarrotado de cartazes de filmes, vimos um enorme banner da Mostra Internacional de Cinema pendurado. Ele aponta para o banner e fala: "mamãe, fila!". Demorei alguns segundos para entender. Aí, lembrei da história. Dias antes, ele achou minha credencial da Mostra em uma gaveta. Pegou e disse: "fila!". Ele foi junto quando fui fazer a credencial e ficou conosco em uma fila de duas horas.

Confesso que fiquei impressionada com aquele pequeno ser. Uma coisa é a credencial, que ele viu ser feita, até saiu na foto da do pai. Outra é ver o mesmo desenho em um banner enorme e associar à Mostra. Quatro meses depois do evento.

Esses seres em miniatura, tão evoluídos...

(o "guri" da foto é ele, de gauchinho, no lançamento do CineMaterna em Porto Alegre)

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Filmes da pesada

Vi dois filmes que adorei e que não vão para o CineMaterna por serem fora do perfil: têm violência, suspense, ação.

Mother - A Busca Pela Verdade
Hye-ja é a mãe solteira de Do-joon, de 27 anos de idade. Seu filho é a razão de sua vida. Apesar de um adulto, Do-joon é ingênuo e dependente de sua mãe, e às vezes comporta-se de maneira estúpida ou simplesmente perigosa. Ele é uma fonte constante de ansiedade para todos. Um dia, uma jovem garota é encontrada morta em um prédio abandonado e Do-joon é acusado de seu assassinato. Um advogado ineficiente e uma força policial apática fecham o caso de Do-joon muito rapidamente e inspiram sua mãe a agir por conta própria. Convocando todos os seus instintos maternais e não confiando em ninguém, ela parte em busca do verdadeiro assassino para provar a inocência do filho.

Este, eu não estava muito a fim de assistir. É "filme de menino", como costumo dizer. Me surpreendeu.

Guerra ao Terror
Para um grupo de soldados americanos, alguns dias os separam do retorno para casa. Um período relativamente curto, se não fosse por tantas ocorrências que transformassem esse fim de jornada em um verdadeiro inferno. As forças armadas precisam de especialistas não só nos campos de combate mas também no dia a dia, na proteção do grupo contra insurgentes que promovem atentados, matando milhares de cidadãos. Conheça a dura realidade destes soldados e descubra que, ao contrário do que todos eles pensam, a luta jamais terminará.

O primeiro é coreano, tem uma trama surpreendente, é muito bem filmado, com fotografia que nos conduz a um olhar diferente sobre cenas que parecem tão banais. Fora uma excelente interpretação da mãe do título. Passa através do filme um conceito digamos, "purista", de instinto materno.

O segundo é um filme que mantém o suspense constante e nos permite conhecer uma faceta da Guerra do Iraque e alguns de seus soldados. O mais impressionante é que é um filme de guerra dirigido por uma mulher. Aliás, curiosidade: adivinha quantos anos ela - Kathryn Bigelow, diretora do filme - tem? Resposta abaixo... Ela é ex-esposa do diretor de Avatar e ambos os filmes concorrem a 9 Oscar. Será que eles mantêm amizade a ponto de comentarem sobre isso? Rs

Resposta: 58 anos. Sério. Claro que é o que todos comentam. Quero estar assim quando eu chegar a esta idade!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Salvem-me!

De Adriana Matielo, mãe da Rebeca, que estreou no CineMaterna há duas semanas:

Queria dizer que a iniciativa de vocês pode ter salvado minha vida. Se não toda ela, pelo menos a social! rs

Um carioquinha na equipe

Nossa equipe anda com cheirinho de bebê. Nasceu Matheus, filho da Renata Firmo, do Rio. É a segunda Renata a ter bebê na equipe carioca (são três Renatas, que ficaram grávidas juntas - dizem elas que foi sem combinar - sei não, hehehe). Ela já é mãe de Diana, que agora dá as boas-vindas ao irmãozinho.

Renata tem um dos colos mais "macios" para bebê que eu conheço. Animadíssima e super-falante, nos cafés sempre dava um jeito de conseguir um bebê para carregar. De preferência, pitoquinho como o dela...

Parabéns, Rê! Queremos conhecer o Matheus pessoalmente! Tenho certeza de que ele está louco de vontade de ver filme...

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Pessoal x profissional

Artigo publicado no New York Times, que saiu resumido ontem em suplemento da Folha de SP, me fez pensar sobre o eterno conflito que todos passamos sobre vida profissional e família. O artigo intitulado "Ele para tudo por um recital", fala da relação do presidente norte-americano Barack Obama com os compromissos familiares.

Alguns trechos:

Recentemente, quando Obama chamou à Casa Branca líderes da bancada democrata para uma maratona de negociações sobre o assunto, outra prioridade se impôs: a banda da sua filha Malia, 11, se apresentaria. E, assim, o presidente dos EUA abandonou a negociação da sua reforma da saúde - ao menos temporariamente - e escapou durante algumas horas para a escola Sidwell Friends, onde ouviu Malia tocar flauta. Quando o concerto acabou, ele regressou à Casa Branca, e todos voltaram ao trabalho. (...)

Ele para o trabalho todos os dias às 18h para jantar com a família e deu aos responsáveis por sua agenda rígidas instruções de que, se houver necessidade de atividades noturnas, que sejam depois das 20h. (...)


Mas, mesmo no mundo de hoje, amigável com os pais, o equilíbrio buscado por Obama tem seus riscos. Críticos podem acusá-lo de desacelerar o ritmo quando o país mais precisa. (...) Obama precisa ter o cuidado de não gerar ressentimento entre aqueles cujas agendas precisam girar em torno da dele próprio.


De certa forma, o presidente de 48 anos reflete mudanças de atitude acerca da paternidade que são típicas de homens da sua geração, disse Ellen Galinsky, presidente da ONG Instituto Famílias e Trabalho. Pesquisas dela mostram que 59% dos homens relatam pelo menos algum conflito trabalho/vida pessoal. Obama, na verdade, tem mais flexibilidade que a maioria - ele é, afinal de contas, o chefe. Ainda assim, argumenta Galinsky, isso não diminui o significado das escolhas do presidente.


Sim, talvez ele possa se dar ao luxo porque é um dos homens mais poderosos do mundo. Mas ele é exemplo para milhares de pessoas, em seu País e fora dele, e sabe disso. Nenhum ato de um homem público deste porte é impensado. Por isso, achei interessante ler esta característica digamos, "curiosa", de Obama. Será que eu consigo seguir o exemplo, pelo menos um pouquinho? Afinal, eu sou presidente da minha pequena empresa, hehehe.

Ah, o tão famigerado equilíbrio! Onde a gente encontra, hein?

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Modelo desde os 15 dias

Jonas está com pouco mais de um mês de vida. Segundo filho da Alexandra, nossa assessora de imprensa, já trabalha intensamente no CineMaterna. Seu primeiro dia de trabalho foi num sábado, quando veio à sessão com mamãe e papai. Assistiu ao filme e foi se despedir do público, no meu colo.

Jonas, comigo, e Helena (uniformizada), com Gláucia.

Dali a três dias, veio para a sessão novamente e virou modelo.

Foi se aconchegando no sling e já caiu no sono.

Enquanto era ajeitado para a foto, abriu um longo bocejo, como quem diz: "ai, esta vida de modelo!".

Finalmente, a pose para a foto!

Vem a sessões, participa de reuniões conosco, é modelo de fotos, faz vistoria em cinema e ainda, mata minha saudade de bebê pequeno.

Eu e Taís, corujas, em reunião com Jonas (e Alexandra).

Alexandra e Jonas fazendo vistoria em cinema.

Alexandra ganhou uma camiseta de amamentação da Via Láctea, pink, da cor da nossa camiseta. Assim, ela pode ir às sessões uniformizada!

Cachê do nosso pequeno modelo? Muito leite materno!!!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Como um certo cartão de crédito

Brincar com a tia - 30 minutos de descanso
Caixa do novo brinquedo que a tia trouxe - 15 minutos de descanso
Novo brinquedo que a tia trouxe - 17 minutos de descanso
Lamber o colar da mamãe - 9 minutos de descanso
Gaveta inferior com potes de plástico - 27 minutos de descanso
Pote de água do cachorro - 4 minutos de descanso (até o bebê ser descoberto)

Bebê tirando aqueeeela soneca da tarde - não tem preço!!!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Imprevisto cheio de poeira

Lançamento do CineMaterna em Brasília, 23 de fevereiro. Pouco mais de 15 dias antes, descobrimos que o cinema está em reforma. Com cronograma atrasado. Enviamos a Fernanda, nossa coordenadora geral de Brasília, ao cinema para fotografar a obra (ah, você achou que trabalhar conosco era moleza, só ir assistir filme?). Poeira, pintura, piso, tudo em andamento e tapumes por todo lado. Ela foi no horário em que o cinema ainda estava fechado, claro que eles ajeitam quando abre ao público. Mas mesmo assim, ficamos preocupadas com os bebês naquele ambiente, por mais que limpassem tudo.

Nós, matriz da Cinemark, gerência do complexo de Brasília, conversa vai, conversa vem, recebemos uma posição oficial: melhor adiar o lançamento. Apesar do trabalho que um cancelamento acarreta, achamos melhor não correr o risco com nosso público tão delicado e especial. Plano de emergência: Taís posterga passagens e hotel, Deborah avisa a imprensa, Juliana prepara comunicado no cadastro para os mais de 150 convidados e arruma o site, aviso os parceiros de divulgação e a equipe (detalhe: eu estava em Curitiba). Dia seguinte, sexta-feira, véspera de Carnaval, reunião de emergência entre Taís, Alexandra e eu para revermos todo o nosso cronograma dos próximos meses. Até viagem a Recife precisou ser adiada.

Um parênteses sobre a equipe de Brasília. O lançamento na cidade era para ter sido em setembro do ano passado e foi adiado por não termos conseguido equipe. De repente, conseguimos uma que é nota mil. Fernanda, à frente, motiva estas mulheres, todas engajadíssimas na divulgação. Vale a pena mostrar o cartão de boas vindas, feito por ela.


Fernanda, Julia, Marina e Tatiane, não desanimem! Vai ser um lançamento muito especial. Nunca vi nosso cadastro receber tantas adesões, sem nem sequer ter saído notícia nossa na imprensa. O boca-a-boca na Capital Federal está fortíssimo! (Tá bom, vai, vou confessar: resolvemos adiar o lançamento para não ter que dividir os holofotes com um tal governador - hahahaha.)

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Mais tomadas!

Lembra do meu post sobre a necessidade de tomadas das pessoas em trânsito? Pois olha o que a TIM resolveu oferecer em um aeroporto, na sala de embarque: tomadas!!!


E como você pode ver, estão sendo bem utilizadas!


E este canto, específico para celulares, com todos os tipos de cabo?


Pois saiba que não é a única "parede de tomadas patrocinada" em aeroportos. A de cima, vi em Belo Horizonte. A que vem a seguir, está no Rio, é da Petrobras.


E com tantos atrasos em voos, precisei usar também!

Apresento-lhes meu escritório ambulante!!!

domingo, 14 de fevereiro de 2010

De mudança

Esta semana veio uma mãe de Maceió na sessão em São Paulo, com sua bebê e a avó. Ela havia encontrado uma mãe que frequenta o CineMaterna e que recomendou que ela fosse a uma sessão. Seu marido foi transferido para São Paulo, e ela fez um expressão de quem não sabe se está gostando da ideia de morar nesta grande e urbana metrópole.

No final do café, vejo sua mãe se despedindo de uma das mães paulistas, entusiasmadas, dizendo "até a próxima semana, bom te ver!". Fiquei surpresa, pois achei que as alagoanas estavam sozinhas em São Paulo, não sabia que tinham amigas aqui. Claro que eu, enxerida, perguntei se elas já se conheciam. Nova surpresa, não, conheceram-se ali, bateram um bom papo. Espero que o CineMaterna ajude a tornar esta mudança de cidade mais amena. Sozinha, já não é fácil. Com bebê, então...

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Serendipidade

Recebi um comentário misterioso no post que fala da cenografia da Natura Mamãe & Bebê:

Meninas,
Com grande felicidade, lendo aqui o blog, vejo minha mulher e filha na foto de vocês, ali na revista aberta. Serendipidade é legal.
Muitos beijos

Renato
http://diariogravido.com.br

Eu olho a tal foto que ele menciona:


Só vejo Manoeli e Karina, da equipe de Salvador. Mulher e filha? Revista aberta? Depois de alguns segundos, penso: será que ele está se referindo ao display da Natura? A foto está longe, pode parecer mesmo uma revista... Vou no blog que ele menciona e descubro: ele é pai de Lucia, marido da Ana, modelos da foto do display, que aparecem em toda a campanha da Natura Mamãe & Bebê: site, anúncios e conosco!


Muito bom este "encontro", Renato! Prazer em conhecê-lo, linda família! Vocês precisam ir a uma sessão ver como estão sempre presentes!

Em tempo: serendipidade é aptidão, faculdade ou dom de atrair o acontecimento de coisas felizes ou úteis, ou de descobri-las por acaso.

Bebê que venceu...

Este mês meu bebê completou 18 meses e no sábado fui ao Unibanco Arteplex de Botafogo para nossa última sessão. Vimos Invictus, filme maravilhoso. Ainda me lembro o primeiro dia que fomos ao cinema, eu e a minha pequena Giulia no sling. Estreia do CineMaterna do Rio, evento tão esperado. O dia foi caótico, chegar antes das 14 horas me parecia loucura. Eu já estava me perguntando se valeria a pena. E valeu! O cinema sempre esteve entre as minhas opções de lazer, e ficar sem poder ir as minhas sessões, era uma privação! Não sentia falta de sair de noite, de tomar chopp com os amigos, mas o cinema realmente me vazia falta.

Optei por ser mãe em tempo integral e parei de trabalhar para acompanhar a vida da minha pequena, mas não imaginava o grande desafio que me esperava. A vida de mãe está longe da rotina tranquila que eu esperava. E mais, esqueceram de me avisar que essa nova rotina podia ser bem solitária. Sentia falta dos encontros com as amigas, de tomar café com adultos e falar sobre outras coisas além de bebês. O CineMaterna me fez sentir
cult, uma mãe antenada. Eu podia não ter tempo de ler nem o jornal, mas sabia sobre a maioria dos filmes interessantes que estavam passando e podia ter assunto com as minhas amigas solteiras.

Na minha última sessão com a Giulia eu me dei conta que eu falei várias vezes sobre o CineMaterna com outras pessoas, em entrevistas, mas não tinha falado com o grupo CineMaterna, as meninas PINK [coordenadoras das sessões]. Esse grupo é realmente especial. Meu muito obrigada a toda a equipe, à Bianca, e principalmente à Irene, por ter tomado essa iniciativa.


Continuarei indo algumas vezes e espero que consiga me organizar logo para poder ser voluntária também.


Minha parte mãe vai sentir muita saudade de levar a filhota ao cinema. Eu espero que ela goste de cinema tanto quanto eu, e que a gente possa voltar ao cinema muitas vezes juntas, mesmo que seja para ver sessão infantil por um tempo.


Beijos

Valeria Virginia


Valeria está no canto inferior direito. Foto: Luiz Frota.

Valeria, que saudade!
Outro dia estava olhando as fotos do lançamento de Botafogo e você está lá, na primeira fileira, Giulia pequenina no colo.
Muito obrigada pelo carinho, pela presença constante, pela alegria de sempre.
Estaremos esperando você na equipe.
Ou venha para uma visita no café ou nas sessões de filme infantil.

Beijo enorme
Irene

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Chegou em Salvador!

Eu tinha que mostrar:

Manoeli e Karina, anteontem, na Cinemark Salvador Shopping

Eis o fruto de tanto trabalho. A cenografia "em funcionamento" em Salvador!

Aliás, Karina está grávida de 6 meses de Maria Eduarda, vai sair de licença em breve e Manoeli ficará em seu lugar, como coordenadora geral de Salvador. Logo, logo, mais uma pequena cinéfila em nosso público!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

CineMaterna, logística e distribuição

Senta, que lá vem história! Essa é bem longa. Calma, são basicamente imagens (e um filminho).

No início do ano, recebemos a cenografia da Natura Mamãe e Bebê. O ambiente do trocador e brinquedos ficará decorado com as cores e logotipo de nosso patrocinador. E do dia para a noite, viramos uma empresa de logística!

Começou assim: a sala da minha casa "um pouco" bagunçada. Não era só a cenografia, tinham materiais para os lançamentos e reposição de materiais em diversas cidades.


A Gláucia me pediu para eu não tirar foto dela de quatro, mas a gente tem que mostrar que trabalha, hehehe! Ó, não fiquei só tirando fotos, tá? Separamos, limpamos, embrulhamos, amarramos, contamos, cotamos, contatamos (são três verbos diferentes, quase iguais na escrita!), carregamos, pensamos, cansamos!


Aí, o que seria despachado aos poucos e era grande demais para ficar dentro de casa, deixamos na minha garagem (legenda: são tapetes EVA e porta-banners).


Para alguns lugares, como São Paulo, Santo André, Campinas e Santos, foi de carro. Abaixando o banco, porque não cabia no porta-malas.


Salvador e Belo Horizonte receberam de transportadora, pois era mais rápido. Olha o tamanho da caixa.


Tivemos que reempacotar tudo, que ficava mais barato.


Para outros, foi de avião. Mas para chegar no aeroporto, táxi! Eu disse que não cabia. Teve que ir no banco de passageiros.


Detalhe: euzinha sob os materiais (a Taís foi no banco da frente).


Para despachar no avião, estava tudo solto demais. Resolvemos "embalar para viagem", literalmente!



Na mesma semana, um dia para o Rio:


E outro dia para Curitiba. Olha que aqui tinha pouca coisa, pois eu já tinha despachado algumas caixas com meu irmão, que foi de carro um mês antes.


Mais uma foto insólita: no táxi de Curitiba, havia um tapete EVA entre Taís e eu.



E Porto Alegre ainda vai receber, pois vou para lá passar o Carnaval com a família gaúcha. Imagina a foto: marido, filho, mala do marido, mala do filho, tapetes EVA, tampo de banheira, caixas, porta-banners. Aeroporto cheio. Ah, e eu e minha mala. Fica por conta da sua imaginação, tá? Já tem foto esquisita demais por aqui, hehehe.

Mas fala a verdade: não valeu a pena? Ficou lindo e delicado...




Brasília, aí vamos nós!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Ainda os lançamentos - depoimentos

Um da Barra e outro de Curitiba...

De Rita Lopes, mãe, do público, do Rio.

Queria AGRADECER demais a quem teve a ideia sensacional de abrir esse espaço para nós, mamães com bebezinhos, a terem direito a este momento de se divertir indo ao cinema também. Vocês não imaginam como fiquei contente em saber do CineMaterna. Vou agora avisar minhas amigas-mamães! Seria tão bom que outros espaços também se abrissem neste aspecto. Sinto que existe um descaso relacionado a isso. Um exemplo? Trocar fralda é uma missão impossível em muitos lugares que frequentamos. Poxa, obrigada mesmo! Mal posso esperar pra assistir aos filmes do momento e me manter atualizada, sem parecer uma ET nos papos com as minhas outras amigas que não são mamães ainda.

Obs.: algo que parece simples para uns, pra outros é uma oportunidade de voltar a viver - tenho depressão desde a gravidez, as mudanças de corpo, mente e humor repentinas, problemas no relacionamento, decisões, dúvidas... A vida te exige muito mais e você se vê obrigada a abdicar de tudo que você era e fazia. Enfim, agora eu posso simplesmente ir ao cinema. Desculpe-me se soou banal, mas pra mim significou bastante essa oportunidade.


Um forte abraço...


De Carla Schultz, mãe, coordenadora CineMaterna, de Curitiba.

Meninas, obrigada por trazer o CineMaterna pra Curitiba!!! Desde o começo [quando ainda era um grupo informal de mães], achei tudo muito legal, genial! Fiquei muito feliz quando as sessões de cinema viraram CineMaterna e quando a coisa começou a crescer e aparecer. E desde sempre eu desejei que tivesse CineMaterna aqui em Curitiba. Pensei em entrar em contato, me oferecer pra fazer qualquer coisa pra ajudar o projeto a chegar aqui, mas realmente não tinha tempo pra mais uma coisa.

Quando soube que o projeto viria pra cá fiquei meeeeeeega feliz e não pensei duas vezes. Arrumei um espacinho na minha agenda pra participar disso tudo, que eu acho lindo e maravilhoso. Eu não conseguiria ter uma dedicação como a de vocês, de responder e-mail, preparar a programação, fazer contato com os cinemas, escalar equipe, fazer divulgação etc. etc. etc. Mas dispor de uma tarde a cada 15 dias eu consigo e estou muito, muito feliz por poder participar.


E na estreia do CineMaterna em Curitiba, eu fiquei muito emocionada de ver tudo funcionando, tanta gente lá, já que estava com medo de o povo não aderir. E estou feliz porque tem muita gente dizendo estar só esperando a próxima sessão. As pessoas que conheço pessoalmente vieram me dizer depois que foi muito legal. Estão todos felizes por terem participado.


É isso meninas! Obrigada pela iniciativa, pela oportunidade, por tudo!


Beijos
Carla, mãe da Luisa (5 anos), da Marina (3 anos) e da Isabela (1 ANO!!!)


Preciso fazer algum comentário? Ah, só me dá um lenço de papel para enxugar a lágrima que teima em brotar...

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

De arrepiar

Ao lançamento de Curitiba, veio uma pessoa muito querida de São Paulo, a Luciana Trapp. Seu segundo filho, Bernardo, nasceu próximo do lançamento oficial do CineMaterna, em 2008. Ela veio com Bernardo com menos de um mês na sessão. Frequentou bastante enquanto ele era pequeno, batemos muito papo nos cafés. (Aliás, é dela que eu falo no último parágrafo deste post).

Foto: Guga Ferri

Bernardo aparece em todos os nossos folhetos de divulgação, ele é o bebê que está bem no meio da foto, junto de seus "amiguinhos".


Eu estava muito chateada por não ter tirado nenhuma foto do dele no lançamento de Curitiba, até comentei com a Taís, no táxi pro aeroporto.

Como tomamos um "chá de cadeira" esperando nosso voo, comecei a trabalhar. De repente, chegou um e-mail com o seguinte texto: Gostaria de desejar um bom ano a você e a todas, que por seu trabalho e dedicação, deixam esse mundo melhor. Parabéns!

Não fazia ideia de quem tinha enviado. Comecei a ver as fotos anexadas e a primeira foto que vejo... é o Bernardo!!! O e-mail era do Clayton, cinegrafista de uma das TVs, que tirou várias fotos, todo empolgado, adorou o que viu.

Foto: Clayton Taborda

Fiquei arrepiada com a sincronia...

Luciana é de Curitiba, mas mora em São Paulo. Estava em Curitiba, ia voltar para casa, mas acabou ficando uns dias a mais só para ir no lançamento. Tem como não se emocionar com tanto carinho?

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Lançamento em Curitiba!

Nosso dia de lançamento em Curitiba, na quinta passada, começou assim:


Na feira, comendo pastel no café-da-manhã. Nada saudável, mas eu adoro, confesso. Ficamos hospedadas na casa do meu irmão, o de camiseta laranja, que nunca tem nada na geladeira. Íamos a uma padaria perto do shopping, mas estava fechada, e por isso, acabamos na feira, que é do lado. Aliás, a feira de Curitiba é um capítulo à parte, vai ganhar um post fotográfico mais para frente. Adivinha qual é a Taís nesta foto?

A equipe curitibana é mais que especial.

A partir da esq: Sintya, Carla, Taís, Silvana, Melissa e Irene

Sintya participava das sessões em SP com Francisco, de seis meses, e mudou-se para Curitiba uma semana antes do lançamento. Carla morou um tempo em SP, é mãe de três lindas meninotas (ela, com esta cara de menina). Silvana é mãe de um de 19, apesar de não parecer. E Melissa, que é de Santo André (SP), tem dois meninos e uma loja de roupinhas infantis modernas. E ainda tem a Patrícia, que não pôde ir pois é doula e estava num parto.

Curitiba tem fama de cidade difícil. Mas nós comprovamos que é só fama! Ficamos com receio que viesse pouca gente. Parece pouco para você?

Achamos que a imprensa nem ia ligar muito. Bom, vieram quatro emissoras de TV's (veja uma das reportagens aqui), uma rádio fazer cobertura ao vivo, e um jornal. Foi o dia de estrela das mães, que merecem toda a atenção do mundo!


Nem sempre faço um discurso de abertura, mas não tinha como não falar naquela sala praticamente lotada. Ah, não foi fácil falar. A emoção tomou conta como nunca antes, eu começava a falar, a voz embargava, os olhos enchiam d'água. Foram três interrupções. E depois, precisei ficar num canto por um tempo para me recuperar. Não sei o que deu em mim.

Aliás, quando o filme estava para começar, olhei para o fundo da sala e vi os quatro cinegrafistas filmando. Foi muito engraçado, parecia uma coletiva de imprensa. A foto está péssima, mas dá para ter uma ideia.


Quer ver um pouco do que estes cinegrafistas filmaram?

Não vi o filme. Era muita correria, perdi tantas partes que desisti de assistir. Taís e eu resolvemos ficar de guardiãs dos carrinhos, hehehe. Somos as duas rosinhas sentadas nos degraus ao fundo.


Nada como sair muito feliz de um evento pensado e executado com tanto carinho. O problema foi sair de Curitiba. Aeroporto de São Paulo fechado, o painel, que mostra o atraso de 1h30, ainda diz que é um "atraso meteoro".


Torcemos para que fosse um atraso meteórico, rápido, e não que tivesse caído um meteoro! Mas no final, era a bendita chuva mesmo. Cheguei em casa à meia-noite, absolutamente moída, pois era meu segundo lançamento na mesma semana, minha segunda viagem, e, felizmente, o segundo sucesso de público.