segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Tirinha

Recebi de uma mãe do Rio, tirado do livro Baby Blues - O bebê chegou... e agora?!

(clique na figura para ampliar)

sábado, 26 de setembro de 2009

Deixa eu ajudar!

Distribuímos alguns ingressos para sessões em todas as cidades, em comemoração ao patrocínio da Natura. Essa aconteceu no Rio: a Bianca, nossa coordenadora da cidade, foi entregar o convite para uma mãe que estava chegando. Mãe amiga, assídua frequentadora. Viu o convite e disse: "ah, deixa eu pagar o ingresso, quero ajudar o CineMaterna!". Adorei! Pena que a bilheteria é do cinema...

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Lançamento em Porto Alegre II - as fotos!

13h29, filmadas na bilheteria
13h42, esperando a abertura da sala
13h50, abriu!
14h19, estacionamento de carrinhos
14h48, precisa de legenda?
16h33, muito papo no café16h58, missão cumprida!!! Obrigada, Porto Alegre. Foi lindo, emocionante e muito, muito gratificante.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Lançamento em Porto Alegre I

106 bebês, 145 adultos
5 emissoras de TV, 1 rádio, 1 jornal, dando cobertura
uma equipe de 7 pessoas recebendo as mães
estacionamento com mais de 30 carrinhos de bebê
sorteio de 14 brindes, sendo 9 slings
2 momentos de "pura emoção" na minha fala de abertura - leia-se "choro"
uma equipe feliz ao final
uma pessoa muito cansada agora à noite, que não tem força nem para baixar as fotos da máquina.

Imagens amanhã, em novo post...

Boa noite! ZZZZZZZ...

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Eu e Isabelle

Hoje à noite darei minha primeira entrevista para TV, ao vivo. TVCOM, TV regional, forte no Rio Grande do Sul, em um programa chamado Camarote. Diz a sinopse: Programa ao vivo ancorado diretamente dos locais onde estiverem acontecendo os principais fatos de Porto Alegre. O programa será gravado no teatro onde Isabelle Huppert está se apresentando. Quem é Isabelle? É uma super-atriz do cinema francês, geralmente em papeis muito densos. Ela está no Brasil, apresentando-se com uma peça de teatro, ingressos disputadíssimos e esgotados. Quem viu A Professora de Piano, sabe quem é. Nem sei se vou ter a chance de vê-la de pertinho, mas não importa, simbolicamente é muito significativo CineMaterna aparecer no mesmo programa que ela...

Gaúcho mestiço

Hoje é aniversário do Max, meu filho, que faz dois anos (e não vai mais ao cinema comigo, hehehe).

Em homenagem aos gaúchos, posto uma foto dele em trajes típicos, de bombacha. O lenço deveria estar no pescoço, mas não teve quem o convencesse a colocar.

Max, não preciso nem dizer o quanto você mudou minha vida, em todos os aspectos... Prova disso está nas páginas deste blog... E no meu olhar e sentimentos. Mas isso é bem mais subjetivo, um dia você vai entender...

Mala capenga

Estou em Porto Alegre para o lançamento do CineMaterna amanhã. Como meu marido é daqui e toda sua família está por estas terras, resolvemos ficar 10 dias, chegamos na sexta, partimos no próximo domingo. A véspera da viagem foi uma correria maluca, me preparando para ficar todo este tempo fora, deixando prontos pagamentos, separando uma tonelada de materiais e equipamentos para trazer para cá para o evento, mala de filho pequeno, cachorras na casa da minha mãe.

Tudo chegou direitinho: trouxe todos os materiais (incluindo uma mala com 35 quilos de revistas), roupas de frio, calor e demais apetrechos filiais. Mas a minha mala... um desastre total. Fez frio no final de semana, e eu tinha dois casaquinhos finos, meias curtas e um sapato meio aberto, que me fazia sentir o vento gelado nos pés. O jeito foi colocar duas meias, duas camisetas de manga comprida e evitar sair na rua a céu aberto (mas só percebi isso depois que fui a um parque tomar vento na cara - e no corpo). Sem contar que trouxe dois sutiãs, para os 10 dias! Tudo bem, tenho lavado roupa quase diariamente, mas acho que fui um pouco econômica (ou mal-planejada) demais.

Pelamordedeus, não posso virar uma mãe que cuida de tudo e todos e esquece de si mesma... Aiaiaiai.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Menina rosa

Temos três Renatas na equipe do Rio, todas estão grávidas. Uma das Renatas me perguntou por e-mail: "Como vocês estão programando a 'licença' das mamães? Há necessidade de sair? Eu não gostaria de parar de 'trabalhar' no CineMaterna, nãããão!!!". Expliquei que depois que parissem, poderiam voltar quando quisessem, mas que também eram nossas convidadas para virem às sessões com seus bebês, como público.

Eis a resposta de outra Renata: "Ser convidada no CineMaterna vai ser o máximo, mas não pretendo deixar de ser uma menina rosa jamais".

O máximo, Renatas, é participar desta linda troca de mensagens.

domingo, 20 de setembro de 2009

Uma Prova de Amor

A pequena Anna não é doente, mas bem que poderia estar. Por onze anos, ela foi submetida a inúmeras consultas médias, cirurgias e transfusões para que sua irmã mais velha Kate pudesse, de alguma forma, lutar contra a leucemia que a atingiu ainda na infância. Anna foi concebida para que sua medula óssea prorrogasse os anos de vida de Kate, papel que ela nunca contestou... até agora. Tal como a maioria dos adolescentes, ela está começando a questionar quem ela realmente é. Mas, ao contrário da maioria dos adolescentes, ela sempre teve sua vida definida de acordo com as necessidades da irmã. Então, Anna toma uma decisão que seria impensável para a maioria, uma atitude que irá abalar sua família.

Uma Prova de Amor é um filme de mãe. Mãe feroz, mãe zelosa, mãe batalhadora, mãe cuidadora, mãe forte, mãe decidida. De um amor infinito. Mãe.

Mas é também um filme de filhos. Que sentem, que pensam, que se revoltam, que amam, que encantam.

E não posso deixar de mencionar que é um filme de pai. Um pai que está sempre presente e atento, de olhar terno para os filhos, que ama de forma diferente, mas tão intensamente quanto uma mãe.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Minha casa tem caixas

Tem caixas de todo tipo e tamanho, com conteúdos variados dentro: lenços umedecidos, fraldas, revistas, pomadas... Fora os banners, folhetos, pedestal de banner, sacolas, lanternas. Tem até trocador! Não cabem mais no escritório, invadiram corredores.

Para levar para Porto Alegre, peguei uma mala emprestada (enorme, diga-se de passagem) e enchi de revistas. Literalmente, tem até nos bolsos externos. Imagine se resolverem abri-la para ver o que tem dentro? Posso dizer que amo aquela revista e não me contento em ler apenas uma vez. Ou que faço revisão de impressão daquela revista e preciso de alguns exemplares para ter certeza da qualidade. Ainda bem que não tem alfândega ou seria acusada de tráfico de revistas.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Quantos filhos?

De uma mãe no café: "Eu e meu marido estamos tão encantados com a nossa bebê, que brincamos dizendo que vamos decidir se teremos 2 ou 13 filhos!". Por extenso: "dois ou treze filhos". E ela ainda disse que o CineMaterna vai virar o quintal dela. Amei!

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Falou bonito!

Todas as semanas, a Alexandra, que é assessora de imprensa do CineMaterna, solta um release para a imprensa de todas as cidades em que atuamos. O texto de hoje achei particularmente inspirado - será o lançamento de Porto Alegre ou o bebê na barriga da Alê? Resolvi postar aqui:

O nascimento de um filho é uma experiência emocional intensa na vida de toda mãe. O impacto vem na forma de uma mudança bastante acentuada na dinâmica de toda a família, e mesmo quando se está preparado, é uma fase repleta de surpresas. É com clima de encantamento que um bebê presenteia sua família.

A descoberta da cumplicidade no relacionamento entre mãe e bebê é o que vemos nas sessões CineMaterna. O programa feito especialmente para as mães retomarem a vida social e cultural, traz consigo uma série de benefícios. Ao frequentar as sessões, as mães com seus bebês no colo estimulam o vínculo e vão conhecendo o comportamento deste novo ser na relação. O encontro com outras mães, proporcionado pelo bate-papo após o filme, tira as dúvidas desta fase através da troca de experiências. CineMaterna passou a ser um lugar seguro e aconchegante para frequentar, em uma época muitas vezes caracterizada pelo isolamento, o que faz com que o programa seja incorporado de maneira tranquila. E uma mãe feliz forma com seu bebê uma dupla muito carismática, que contagia a todos pelo simples ato de circular pelo cinema e arredores.

Acho que "ver" em palavras aquilo que a gente faz, me emociona.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Dá trabalho...

Eis o "relatório" que recebi sobre a sessão de ontem no Rio:

O café foi ótimo, as mães ficaram enlouquecidas com uma que foi pela primeira vez ao CineMaterna, sozinha com gêmeos de 10 meses, e depois revelou que ainda tem uma em casa de 4 anos... Muito engraçado ela contando os "segredos" e como tira de letra...

Ai, pena que eu não estava lá para ouvir os segredos!

Vistoria

Para cada sala que vamos lançar, fazemos antes uma vistoria: verificamos as condições da sala, acesso para carrinhos e local para "estacionamento", escadas, rampas, lugar para ficar no chão, local para trocadores e por aí vai... Fotografamos tudo. Com os planos de expansão, temos visitado muitas salas ultimamente. Imagine a coleção de fotos de salas de cinema que tenho em meu computador. E algumas fotos meio estranhas, de cantos, chão, paredes, cadeiras...

Amanhã inauguramos nossa sessão no Cine TAM, em São Paulo. Fizemos vistoria na semana passada e como chegamos antes do cinema abrir, tinha lá um cartazete:

O trabalho é sério, mas a gente também se diverte... Nada como se sentir importante, hahaha. Claro que eu tinha que registrar e contar aqui.

O saguão do Cine TAM é lindo e tem um ar moderno-retrô (paradoxal assim). Ficamos imaginando vários bebês dentro das poltronas-ovo.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Entrevista na madrugada

Estou eu aqui, mais de meia-noite, esperando me ligarem de Porto Alegre, da Rádio Gaúcha, um programa chamado Brasil na Madrugada. Acreditem, vou dar entrevista ao vivo a 1 da manhã!

Enquanto espero, estou trabalhando. Tenho tantas pendências, que não tenho dado conta... Pelo menos, não estou com sono.

sábado, 5 de setembro de 2009

Vestir a camisa

A Gláucia é mãe da Helena, que tem pouco mais de 1 ano. Hoje é responsável pela organização das sessões de São Paulo, mas antes disso, era uma mãe CineMaterna de carteirinha, ia com a Helena desde que ela era bem pequenina.

Esta semana, ela me mandou um e-mail com o título "Olha isso!!!":
Agora há pouco, estava com a Helena no colo, que apontava para algo na mesa de jantar e dizia: "ohohohoh"!!!
Dei o brinquedo e não era.
Dei a chupeta e não.
Celular e nada...
Por fim, olha a foto e veja o que ela tanto queria.
Não acreditei quando entreguei na mão dela e ela sorriu...


Esses pequenos são o máximo. Helena, desde novinha já veste a camisa do CineMaterna!

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Esqueceram de mim

Estamos trabalhando ensandecidamente. Com o patrocínio, temos que implementar um plano de expansão ambicioso, em pouco tempo. Tem sido uma reunião depois da outra: com cinemas, shoppings, webdesigner, agência, parceiros de divulgação... Sem contar as sessões a que comparecemos.

Um dia da semana passada, Aninha, filha da Taís, estava aqui em casa, brincando com o meu filho. Estávamos em reunião e percebemos que era hora de sair para a sessão. Arrumamos tudo correndo e ela pediu que eu a ajudasse a levar suas coisas para o meu carro, pois na volta, eu a deixaria em casa. Depois de um tempo, me disse que a babá da sua filha iria embora um pouco mais cedo, direto da minha casa, ou seja, Aninha ficaria aqui, com a babá do Max. Eu achei meio estranho, mas na correria, a informação passou.

Final da sessão, estamos no meu carro, eis nosso diálogo:
Eu: Vou deixá-la em casa, é isso?
Taís: Sim, já trouxe tudo, pode me deixar em casa.
Eu: Mas a sua filha não está na minha casa?
Taís, olhos arregalados, bate a mão na testa: Ai, esqueci da Aninha! Toca para a sua casa!

No dia seguinte, fomos a uma reunião no carro da Taís. Na volta, passamos na minha casa para ela me ajudar a fazer uns pacotes para enviar ao Rio e a Salvador. Ela me ajudou a levar as caixas ao correio, que fica a meia quadra da minha casa, fomos a pé. Despachamos, nos despedimos e ela foi para casa. Dali a uns 10 minutos, ela me ligou: "vim para casa a pé, só que eu fui para a sua casa de carro". Não consegui nem responder, de tanto que ri.

E assim estamos. Literalmente, enlouquecidas...