segunda-feira, 23 de março de 2009

Prazo de validade vencido

Max, meu filho, faz 18 meses hoje. Ou seja, não é mais um bebê para a CineMaterna. Já faz tempo que ele não vai comigo em todas as sessões, já que eu tenho que trabalhar e com ele, fica difícil. Mas acho que a simbologia do meu bebê não estar mais dentro do perfil CineMaterna é que me faz pensar. Do lado pessoal, é constatar o crescimento do meu filho, da vida de alguém que outro dia, mal saía do meu colo. Do lado profissional, é como sentir que efetivamente, a iniciativa que começou como uma diversão, agora é trabalho. Verdade que já faz tempo que é trabalho, mas é como se agora virasse oficial. Não, não muda nada efetivamente, mas estou me sentindo como se a data de hoje fosse um rito de passagem solitário, sem cerimônia, mas simbolicamente forte. É a nossa passagem, minha e do Max, para outra fase.

Aliás, até quando vou chamá-lo de bebê? Ele está bem mais para um menino: fala sua língua especial, toda enrolada e deliciosa de ouvir, entende tudo o que falo, tem suas vontades, está espertíssimo. Só agora, sendo mãe, é que entendo que um filho é sempre um bebê que a gente quer amassar de tanto beijar.

Um comentário:

  1. Nossa, que lindo.
    O cine materna aqui no Rio nem estreou e eu já estou pensando: Daqui a pouco não poderei ir mais com o meu pequeno Sam ( que a amanhã completa 9 meses)

    E sim, eles serão sempre bebês que a gente quer amassar de tanto beijar.

    *Parabéns pelo trabalho, nós aqui do Riop estamos ansiosíssimas aguardando a tão sonhada estréia

    ResponderExcluir