domingo, 18 de março de 2012

Gergelim

A decisão de engravidar, por si só, dá um frio na barriga. É uma resolução das mais importantes na vida de uma mulher. Se for do primeiro filho, então, dá vontade de sair contando para todo mundo que "está liberado"!

Tem mulheres que decidem, tentam uma vez e... engravidam! Já outras, como eu, tentam, tentam, tentam por meses e um dia, até que enfim, descobrem-se grávidas. E tem aquelas que depois de um tempo sem sucesso, investigam e descobrem que precisarão de "uma forcinha". O processo, para quem precisa aguardar mais do que desejava para engravidar, gera um desgaste emocional intenso para muitos casais. Mas quando consegue, aaaahhhh, é a maior felicidade do mundo!

Tatiana Storni cuida da produção dos eventos do CineMaterna. Moça dos check-lists, está sempre correndo para que tudo saia de acordo com o planejamento, ou seja, que o resultado sejam mães e bebês felizes. Era a única que não tinha filhos e que trabalha nos bastidores.

Com Rafael, filho da Gláucia
Rafael natalino
Embalou Eric, meu filho,
até que ele dormisse na reunião
Outra com Eric. Leva jeito, não? 

À esta altura, você já sabe o que vou falar. Depois de tentar, tentar, tentar e ter uma forcinha amiga, Tati está grávida de um gergelim, como seu bebê foi carinhosamente apelidado entre nós. Está enjoando, chora à toa e faz mil planos. É uma delícia acompanhar a primeira gestação, algo inédito entre nós, turma em que todas já são mães.

Tati, parabéns. Não vejo a hora de postar fotos suas com seu bebê!

quarta-feira, 14 de março de 2012

Cobertura completa

Agora podemos dizer: tem CineMaterna em TODAS as regiões de São Paulo. Zona Sul, Oeste, Leste, Centro e agora, na Norte! Lançamos na região que faltava da cidade. Na metrópole em que as distâncias são medidas pelo tempo de locomoção entre um ponto e outro, estávamos com um buraco nesta parte da cidade.

Quem comemorou a chegada na UCI do Santana Parque Shopping foi a Duda, mais de 12 meses de CineMaterna. Verônica Lassen, sua mãe, gosta tanto do CineMaterna que já encomendou um irmão para a pequena para não parar de ir ao cinema! :P

Duda, que finalmente tem
CineMaterna perto de sua casa

Lançamento em São Paulo não envolve caixas em aeroportos e táxis, mas tem a mesma emoção de receber mães no cinema para um programa dedicado a elas! Principalmente quando conseguimos tornar reais as amizades virtuais.

Conheceram-se na internet, encontraram-se no cinema

A comissão de recepção foi uma das maiores que já tivemos. E com três bebês!




Dentro da sala, um clima família, de confraternização. Como não se sentir realizada ao registrar essas imagens? Mais fotos aqui.


Socializando com pipoca
Família veio completa
Amizade no tapete
Mãe, filha e neta
"Papeando"

Mais um cinema em que carrinho de bebê passa a ser sinônimo de alegria

Uma rede de TV montou um estúdio
para fazer um programa com as mães depois da sessão

Na sua cidade só tem uma sala com CineMaterna e você está achando este post uma ofensa? É só mobilizar mais gente nas sessões para conseguirmos aumentar a frequência e a quantidade de salas. Ah, não tem CineMaterna na sua cidade e está indignada? Vamos lá, mobilize a mulherada, os bebês e os potenciais patrocinadores que logo chegaremos!

domingo, 11 de março de 2012

Brilho de Mulher

Estou sempre atenta aos movimentos profissionais das mulheres que frequentam o CineMaterna. Vi vários negócios e parcerias nascerem. Uma delas é o de uma gaúcha, a Deise, coordenadora em Porto Alegre. Lembro-me do dia em que a entrevistei, empolgadíssima em ser voluntária. Muito articulada e ao mesmo tempo meiga, me fascinou com sua energia e alto astral. Tanto que foi "promovida" e hoje cuida da capital gaúcha.

Deise tem dois filhos, trabalha e ainda encontrou tempo (além do CineMaterna) para abrir uma loja virtual, a Papelaria Coralina. Fez uma parceria conosco e deu um mimo em algumas sessões no Dia Internacional da Mulher, quando inaugurou seu negócio: esmalte CineMaterna! Não é chique ter um esmalte com embalagem personalizada?


Não podia deixar de mostrar algo tão feminino, pensado com tanto carinho por uma mulher, empreendedora e mãe. O esmalte representa a criatividade e iniciativa dessas mulheres no mês mais cor-de-rosa do ano! Boa sorte em seu negócio, Deise.

Deise, à esquerda, com Ale, ambas de Porto Alegre
Foto: Giles Camargo

quinta-feira, 8 de março de 2012

Mulheres, bebês e a revolução

O Dia Internacional da Mulher, 8 de março, está intimamente ligado aos movimentos feministas que buscavam uma sociedade mais justa para as mulheres. Nesta data, em uma violenta manifestação, as tecelãs de Nova York paralisaram as fábricas em busca de mais dignidade. Elas conseguiram: atingiram postos de trabalho antes apenas reservados aos homens, conquistaram equiparação de salários e tiveram seu valor reconhecido. No entanto, pagaram um preço alto para ocupar seu espaço no mercado profissional: sufocar, disfarçar ou deixar seus papéis maternos em segundo plano. 

Assim, no século XXI, é comum que a mulher tenha autonomia financeira, liberdade religiosa, capacidade plena para a tomada de decisões e que seja a chefe do lar ou de Estado e mesmo a única genitora de um filho, situações antes nem imagináveis. No entanto, coisas aparentemente simples e essenciais, como ser respeitada durante o tempo que precisa com seu bebê ou ter apoio enquanto está gestando e durante o pós-parto, ainda parecem um pouco complicadas na sociedade pós-moderna.

O CineMaterna surgiu da necessidade de evidenciar e valorizar os direitos e as necessidades da mulher que se torna mãe e dos preciosos momentos com seu filho, para o fortalecimento do vínculo com o bebê e o resgate social e cultural da mãe. 

Estamos crescendo, orgulhosas de possibilitar que mães de todo o Brasil saiam de casa com seus filhos recém-nascidos para ir ao cinema e conhecer outras mães. Sem complicações, sem constrangimentos, em um ambiente preparado para acolhê-los neste momento tão especial de suas vidas. 

Neste Dia Internacional da Mulher, em nome de nossa equipe, saudamos a todas as mães que já foram, vão e irão ao CineMaterna, pois é a sua atitude que possibilita que, de uma forma bem mais singela e pacífica, as mulheres do nosso século também façam a sua revolução por uma sociedade melhor.

Foto: Guga Ferri

segunda-feira, 5 de março de 2012

Caiu como uma luva!

Imagine quantas utilidades tem uma luva cor-de-rosa entre as CineMaternas!

Tudo começou porque Taís Viana pegou emprestado um carro super-chique e brincamos que só andaríamos nele se ela fosse de motorista. E não é que ela incorporou o espírito? Pegou um quepe, luvas e óculos escuros, tudo devidamente "adaptado" para o rosa. O resultado foi hilário.




A luva fez sucesso e gerou outras imagens:

Traje de praia
Seria uma galinha?
Marilyn? 

Sim, a gente se diverte com qualquer coisa, desde que seja rosa!

quinta-feira, 1 de março de 2012

Licença para trabalhar

Seis meses de licença-maternidade é uma conquista das mulheres brasileiras. Os dois últimos meses são facultativos, mas nós, como uma iniciativa que tem mães como protagonistas, oferecemos o direito pleno. 

Gláucia Colebrusco não quis usufruir de seus seis meses de licença-maternidade. Estava angustiada para voltar a trabalhar! Retomou em janeiro, quando seu bebê estava com quatro meses, e nosso ano começou intenso em vistoria nos cinemas, três salas em um mês. Como Rafael ainda mama exclusivamente no peito, foi carregado "por aí" a trabalho. É um bebê tranquilo, sonho de toda mãe.

Sou eu quem faço as vistorias, normalmente acompanhada por alguém. Eu fotografei e Gláucia anotou as peculiaridades de cada complexo. Veja o pequeno Rafa "em ação". 

Quem é mãe sabe que este é um período da volta ao trabalho particularmente difícil... Desta forma, ele não reclamou da mãe ter voltado a trabalhar e nem ela sofreu por isso.

Rafael é muito calmo...
... e paciente!
Não dá vontade de ter um colinho bom assim? 
Agora no carrinho, sempre paciente
Corredores imensos!
Um pouco de atenção, por favor!
Nem o banheiro escapa dos nossos olhares atentos
Nas docas, entrada de serviço dos shoppings
Aquela "pulga" lá embaixo é a Gláucia com Rafael
Descanso merecido, foi muito trabalho!

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Selo 'Garantia de Final Feliz'

Quando eu estava grávida, me veio essa ideia de que os filmes, além da classificação de gênero e indicação de idade, deveriam ter um selo "Garantia de Final Feliz".

Nessa época, eu realmente não estava no clima de ver filmes desgracentos. Tudo o que eu queria era ter a certeza de que eu sairia do cinema achando que a humanidade, mesmo que devagar, andava para a frente e que não era uma ideia tão insana assim adicionar mais uma pessoinha a essa imensidão de gente que já está aqui.

Interessantemente, a maioria dos filmes de ação, que chamamos internamente de filmes "de menino", tem final feliz. Mesmo com tiros e explosões, tudo acaba bem e tranquilamente conferiríamos o selo. Ou seja, não dá para dizer que "final feliz" é sinônimo de "filme de mulherzinha".

Por outro lado, tem filme que engana, viu?

[Aviso aos navegantes: se você não viu algum dos filmes que comentarei a seguir, pare por aqui, com o risco de saber o final.]

Veja por exemplo o romance Noites de Tormenta: se tivessem me avisado que o infeliz do Richard Gere m-o-r-r-e-r-i-a e deixaria a Diane Lane sozinha no final, eu teria assistido "preparada" ou, para ser sincera, talvez nem tivesse assistido, dependendo do meu estado hormonal. Compare agora com a mesma Diane Lane em Sob o Sol da Toscana e me diga se tem como sair triste deste filme?

Outro que me deu um susto foi Um Dia. Tá, eu não tinha lido o livro e a Irene Nagashima tinha me avisado que era "drama", mas claro que eu não reparei. Afinal, me diverti muito com a mesma Anne Hathaway em O Diabo Veste Prada e ela já fez muita comédia, romântica ou não. Quando a Tatiana Storni me perguntou no lobby se era filme "de chorar", eu ingenuamente respondi "acho que não". No meio do filme, a coisa  foi estranhamente lembrando a parte em que a Meg Ryan morre em Cidade dos Anjos e... batata! Não é que a protagonista morre??? Fiquei passada! E com o braço dolorido dos tapas que a Tati Storni me deu...

Em Marley & Eu, felizmente fui avisada de que o cachorro morria e tomei cuidado para não ver essa parte. Mas a Alexandra Swerts não, e saiu aos prantos, correndo para o banheiro, no meio da sessão...

Não estou dizendo que dependo de um final feliz para achar que o filme foi bom, de forma alguma. Só quero saber no que estou me metendo, oras!

Comer, Rezar, Amar
Garantia de Final Feliz
(com louvor e bossa nova!)

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

De joelhos

Essa linda menina de cabelos repletos de cachos é a Isadora, hoje com 18 meses, filha da Gabriela Terra, ambas assíduas frequentadoras do CineMaterna em São Paulo.

Gabriela e Isadora
Foto: Karin Michels

Como a maioria dos bebês, Isadora sentou, engatinhou e caminhou... de joelhos. Brinco que ela é nossa pequena "pagadora de promessas". É incrível sua agilidade e desenvoltura. Tente caminhar de joelhos! Para nós, adultos, é quase impossível.

video

Cada bebê tem seu desenvolvimento, seu jeito, suas peculiaridades. Gabriela conta que há uma pressão das pessoas à sua volta para que Isadora caminhe "de verdade". Mas o que é caminhar da forma correta? Isso me faz refletir a respeito do olhar da sociedade sobre o certo e o errado na criação dos filhos. Que pai ou mãe nunca ouviu palpite de um completo estranho na rua?

Claro que não são apenas ressalvas negativas, há elogios e admiração. Da mesma forma que sou fã desta dupla dinâmica. Nada que uma joelheira não resolva!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Adolescer

Você acha que só registro imagens de bebês e seus familiares? Esta foto foi tirada na fila do cinema. Estava fotografando uma mãe, quando percebi que eles faziam caretas e gesticulavam, tentando "invadir" meu campo de visão. Quando disse que os fotografaria, fizeram sua melhor pose adolescente e mereceram entrar aqui, entre os posts.

Nem vou começar a imaginar meus filhos, hoje pequenos, com essa idade, com esse tamanho. Ai, o que nos espera!

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Lançamento no CinEspaço Beiramar, Florianópolis

Florianópolis a partir da sacada do estacionamento do Beiramar Shopping

Nas vezes que fui a Florianópolis pelo CineMaterna, não fui à praia nenhuma vez. Uma pena, um desperdício. O que não significa que tenham sido viagens mal aproveitadas, pelo contrário! Só de encontrar a equipe local, já vale a pena. Afinal mulheres de pink são a nossa praia!

A partir da esquerda, eu, Karla, Lucíola, Taís e Sheila
(Sheila com crise renal, se recusou a ir embora)

A viagem começou com um sinal de boa sorte: uma das caixas ganhou uma fita cor-de-rosa. Mulher, sexo frágil? Não, só o conteúdo da caixa!


Chegamos à cidade e fomos direto para... o shopping! O lançamento foi no CinEspaço do Beiramar Shopping, cinema novo no centro de compras mais antigo da cidade. Com este lançamento, cobrimos 100% dos cinemas de Florianópolis.

Taís Viana, a engraçadinha
Programa do cinema anuncia nossa sessão

O alto astral começou com o público chegando. Mães felizes e bebês lindos, recebendo seu ingresso para um programa divertido. 





Vestido igual ao da boneca!
Márcia, avó da Martina, no carrinho, que frequenta CineMaterna
desde que tem um mês de idade, trouxe outra neta para o passeio
Família completa em pose para a foto
Estacionamento de carrinhos em frente ao painel do filme Terra Estrangeira

As fotos dentro da sala não ficaram boas. Dificilmente ficam, por causa da baixa luminosidade. Deixo aqui apenas uma, que é para mim muito representativa do que fazemos e almejamos: o sorriso de uma mãe olhando para a tela. Ela não se importou em estar sentada no chão, olhando para cima e vigiando um bebê que já engatinha. Foi um momento de lazer, de descontração. 


Outra cena que me enternece é quando as famílias na saída param junto ao nosso banner e tiram uma foto. Se querem levar esta recordação, é porque a experiência foi boa, não é?




Veja o álbum completo do lançamento.